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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Custo da cesta básica fica praticamente estável

Da Redação

Pela terceira semana seguida de outubro, o preço da cesta básica na região do ABC se manteve praticamente inalterado, de acordo com a pesquisa periódica produzida pela Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André (Craisa). Na semana passada o consumidor precisava despender, em média, R$ 548,65 para adquirir os 34 itens da cesta - o custo agora foi a R$ 549,34, ou seja, uma variação de 0,13%.  

Preço do feijão carioca recuou 3,71% | Foto: Anderson Pedro
Entre os produtos que apresentaram as altas mais significativas, os destaques ficaram por conta da unidade da alface (4,72%), do tomate (4,03%), além da laranja (3,56%), conforme comenta o engenheiro agrônomo da Craisa e responsável pelo levantamento, Fábio Vezzá de Benedetto.  “Como podemos perceber, as principais variações de preços em alta foram encontradas no grupo das frutas, verduras e legumes que são alimentos com tendência de preços mais altos durante a primavera e verão, por serem mais consumidos nos dias mais quentes através de sucos e saladas”, justifica.

Já entre os que mais recuaram estão o feijão carioca (3,71%), o litro do leite (3,47%), além dos ovos brancos (2,44%).



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Preço da cesta básica abre junho com alta de 1,41%

Da Redação

Pesquisa realizada pela Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André (Craisa) divulgada na última quinta-feira (9) aponta que, o conjunto de 34 itens que compreende a cesta básica ficou 1,41% mais caro na última semana na região do Grande ABC. Embora o levantamento aponte equilíbrio no geral, no quesito item por item, 17 apresentaram elevação, 16 tiveram retração e apenas um se manteve inalterado. Se na semana passada o custo para a compra de todos os produtos era, em média de R$ 542,06,  agora sai por R$ 549,68. 

Para o engenheiro agrônomo da Craisa e responsável pelo levantamento, Fábio Vezzá de Benedetto, apesar dos preços em alta do tomate nesta semana serem relativos ao refletirem uma oscilação muito grande de preços ofertados – R$ 5,99 para o mais caro e R$ 2,98 o mais barato –, o que preocupa é a alta constante do leite, 3,51%, do feijão em  2,03%, além das carnes, com 3,83% para os cortes traseiros e 3,66% para os dianteiros. 

O destaque negativo foi o tomate, que registrou aumento de 19,78% | Foto: Anderson Pedro/PSA
“Enquanto os dois primeiros costumam apresentar preços crescentes durante o inverno, pois neste período os custos de produção encarecem com a queda da qualidade das pastagens e a nutrição do rebanho necessita de suplementação com ração, que apresenta alto custo, o grão tende a apresentar preços mais altos no inverno porque a safra neste período necessita de irrigação e a estiagem ainda preocupa”, opina Vezzá.

Já nos produtos que nesta semana trouxeram economia para os consumidores os destaques foram a cebola, que ficou 15,89% mais em conta, o pacote com oito rolos de papel higiênico em 12,45%, a unidade do pé de alface em 11,89%, além da banana que ficou 9,60% mais barata.



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Preço da cesta se mantém estável na primeira semana de fevereiro

Pesquisa elaborada pela Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André (Craisa) verificou que o preço do conjunto de 34 itens que compreendem a cesta básica se manteve praticamente estável nessa primeira semana de fevereiro. Isso porque, enquanto no levantamento anterior era preciso despender, em média, R$ 529,67, agora sai por R$ 530,13, ou seja, uma leve alta de 0,09%, o que representa um custo adicional de apenas R$ 0,46 para os consumidores. Apesar desta estabilidade, alguns itens importantes, como a carne bovina de 2ª e o feijão, tiveram as principais quedas, 4,79% e 4,58%, respectivamente.

O preço da carne de 2ª recuou 4,79% | Foto: Miguel Denser/PSA
“No caso do grão, há no momento uma variação muito alta entre os mais caros e os mais baratos encontrados nos mercados pesquisados, isso sem falar na qualidade, o que acaba refletindo diretamente no custo do quilo que apresentou preço, em média de R$ 2,92”, explicou o engenheiro agrônomo da Craisa e responsável pelo levantamento, Fábio Vezzá de Benedetto. 

Já em relação aos produtos que registraram as principais altas nesta semana os destaques negativos foram os pacotes com 500 gramas de farinha de mandioca torrada e de fubá, que subiram, 5,52% e 4,19%, respectivamente; o quilo da laranja em outros 4,74%; além da bolacha salgada cream cracker em mais 3,61%.