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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Guaraná Antarctica convoca marcas para apoiar o futebol feminino no Brasil

Da Redação

Todo grande evento esportivo merece uma convocação. Afinal, é nas grandes competições que encontramos as melhores atletas de todo o mundo. E no ano do principal torneio de futebol feminino do planeta, Guaraná Antarctica veste a camisa da Seleção Brasileira e convoca outras marcas para um movimento de apoio ao futebol feminino no país. Se a modalidade é a mais amada pelo brasileiro, não existe momento melhor para mostrar que a equipe feminina também é um orgulho da nação, ou melhor, “É Coisa Nossa”. Ou você ainda acha que as mulheres não sabem jogar ou até mesmo participar de uma propaganda?

Quando o assunto é futebol, ainda é comum ver uma valorização maior dos homens em relação às mulheres. A maior competição da modalidade está perto de começar e quantas propagandas com a participação das atletas você já assistiu? Se o assunto fosse o time masculino, a resposta seria: “Várias”. Mas como estamos falando da equipe feminina...

Foto: Divulgação 
E para mudar esse panorama, Guaraná Antarctica, patrocinador das seleções brasileiras masculina e feminina de futebol há 18 anos, assume o papel de um bom treinador e inicia a busca por um time ideal para apoiar o futebol feminino. Ao admitir que usou pouco as esportistas mulheres em suas próprias propagandas, a marca quer incentivar outras empresas a abrir as portas para as jogadoras em suas campanhas. Talentosas dentro de campo, elas também podem representar qualquer marca longe das quatro linhas. E para ajudar nessa convocação, nada melhor do que chamar algumas especialistas no assunto. Por isso, a marca de refrigerante conta com a atacante Cristiane, a meia Andressinha e a lateral-direita Fabi Simões nessa campanha.

“Neste ano, Guaraná Antarctica tem a proposta de valorizar tudo o que o Brasil tem de bom, tudo o que É Coisa Nossa. E uma das coisas boas do país é o futebol feminino. Queremos mostrar para as pessoas todo o potencial dessas meninas, todo o sucesso que elas já alcançaram e tudo o que ainda podem alcançar”, afirmou Daniel Silber, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.

Convidadas por Guaraná Antarctica, as três atletas estiveram em um ensaio fotográfico simulando a participação em propagandas de diversos segmentos, como beleza, produtos esportivos, cartão de crédito, entre outros. A ideia é que essas imagens sejam negociadas com as marcas interessadas e que o valor arrecadado com a venda seja dividido entre as jogadoras e o Joga Miga, um projeto sem fins lucrativos, que conecta mulheres que querem jogar futebol.

“É sempre muito importante quando uma marca abre espaço para o futebol feminino no Brasil. Mesmo com todo o sucesso nos últimos anos, ainda não existe muito espaço para as jogadoras. Com essa iniciativa, esperamos que essa situação mude”, declarou a atacante Cristiane.

Para a lateral-direita Fabi Simões, o futebol feminino no Brasil é muito maior do que apenas uma só atleta ou a Seleção. “Temos diversas jogadoras que lutam por um espaço, e ter o apoio das marcas ajuda muito a abrir caminho para as mais jovens, que buscam mais visibilidade”, destacou a atleta.
“Precisamos cada vez mais de iniciativas e oportunidades como essa. O Brasil está cheio de talentos e atletas que buscam uma oportunidade. Mas, muitas vezes, por falta de apoio, elas precisam desistir. Agora, esperamos que essa situação mude”, completou a meia Andressinha.

“Uma das principais preocupações do futebol feminino no Brasil sempre foi com a falta de apoio. O Joga Miga surgiu para dar mais visibilidade para a modalidade em diversas frentes, seja na prática esportiva, seja com análises, tornando os times e atletas profissionais mais visíveis, ou com ações digitais colaborativas. Contar com essa iniciativa, ajuda não somente o nosso projeto, mas toda a modalidade”, disse Nayara Perone, responsável pelo projeto.

E nessa seleção de marcas, não existe limite de convocados. A ideia é juntar o maior número de parceiros para apoiar essa causa. Para participar, as empresas podem escolher as imagens no Instagram de Guaraná Antarctica e entrar em contato com a marca também pelas redes sociais.

A ação, criada pela AlmapBBDO, é contada no filme chamado Seleção Feminina “É Coisa Nossa”: https://www.youtube.com/watch?v=8wsDd_MqXwM.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Secretaria de Saúde alerta para prevenção contra o sarampo durante a Copa

Da Redação

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo faz um alerta para a importância da vacinação contra o sarampo para quem vai viajar durante a Copa do Mundo na Rússia, que ocorre entre os dias 14 de junho e 15 de julho.

A dose da vacina tríplice viral – que protege contra sarampo, rubéola e caxumba – deve ser tomada preferencialmente 15 dias antes da viagem e é fundamental garantir a proteção, uma vez que a doença está em avanço no continente europeu.

“Os brasileiros que pretendem prestigiar os jogos na Rússia, ou que estiverem nas cidades-sede do evento, devem checar se a carteira de vacinação está em dia e procurar um posto de saúde caso ainda não estejam imunizados”, orienta o coordenador de Controle de Doenças (CCD) da Secretaria, Marcos Boulos.

Além dos viajantes, a vacina também é indicada para crianças com idade entre 1 e 5 anos que ainda não receberam a dose. Também pode ser aplicada em crianças a partir de seis meses, desde que seja programada nova aplicação em conformidade com o calendário estadual de vacinação, com administração da vacina tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) aos 12 meses e novamente aos 15 meses.

Outros públicos para os quais a imunização também é importante são aqueles que atuam diretamente com atendimento ao público e à área de turismo, como motoristas de táxis e vinculados a aplicativos, funcionários de hotéis e restaurantes, além de profissionais de saúde.

Além da vacinação, é importante reforçar as medidas de higiene pessoal, como cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, lavar as mãos com frequência com água e sabão, utilizar álcool em gel, não compartilhar copos, talheres e alimentos, evitar levar as mãos à boca ou aos olhos, evitar contato próximo com pessoas doentes.

A imunização não é recomendada para as crianças menores de seis meses, gestantes e indivíduos que apresentem contraindicações médicas. “É recomendável que os pais com crianças com menos de seis meses evitem deslocamento para destinos com grandes eventos, como a Copa”, acrescenta Boulos.

Transmissão e sintomas

O sarampo é altamente contagioso e pode ser transmitido por meio de secreções expelidas por meio da fala, tosse e espirro. O vírus fica incubado por um período de 7 a 18 dias e pode resultar em quadros graves, como pneumonia, diarreia e encefalite, levando até mesmo ao óbito.

A população deve permanecer atenta aos quadros de febre e de exantema (manchas avermelhadas na pele) acompanhados de sintomas como tosse, coriza ou olhos avermelhados. Em situações como essa, deve-se buscar avaliação médica imediata e evitar contato com outras pessoas até a confirmação do diagnóstico.

A circulação endêmica do sarampo foi interrompida no Estado de São Paulo em 2000 e o vírus foi eliminado no Brasil em 2016. Casos esporádicos ocorreram eventualmente desde então, relacionados à importação do vírus de várias regiões do mundo onde ainda o controle da doença não foi atingido. Em 2018, por exemplo, SP registra apenas um caso confirmado, importado da Ásia Ocidental.
Na Europa, houve um aumento de 400% em comparação a 2016, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).



quinta-feira, 24 de maio de 2018

Brasileiro está mais preocupado com Lava-Jato do que com a Copa do Mundo

Por Vitor Lima

“Atualmente o senhor(a) diria que está mais interessado(a) com o noticiário da Operação Lava-Jato ou com a Copa do Mundo da Rússia?” Esta foi a pergunta feita pelo Instituto Paraná Pesquisas, entre 16 e 19 de maio, a 2.170 brasileiros de todas as regiões do País.

O estudo constatou que a Copa do Mundo, pelo menos até o momento, não é a maior preocupação dos brasileiros – 77,7% responderam que têm mais interesse na Lava-Jato. A Copa do Mundo foi a resposta de 10,6% dos entrevistados, índice praticamente idêntico aos que responderam “Nenhum dos dois” (10%). Não souberam responder ou não opinaram representam 1,7% das respostas.