sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Faculdade Drummond oferece curso tecnólogo de Futebol

Da Redação

A Faculdade Drummond tem um curso que vai ao encontro com o esporte mais acompanhado do mundo. O curso tecnólogo em Futebol possibilita que candidatos a técnicos tenham formação superior na área.

O curso busca promover a formação profissional de pessoas que queiram se tornar profissionais na gestão do Futebol. O curso tecnólogo em Futebol, com base nas exigências da sociedade, leva em consideração as mudanças técnico-científicas, os valores sociais do conhecimento e os novos valores do mundo do trabalho.

Foto: Reprodução

A graduação em Futebol tem duração de dois anos e destina-se a formação de profissionais capacitados a atuar nas áreas futebolísticas a fim de atender à demanda, oferecendo ao mercado, profissionais especializados e atualizados com modernos conceitos tecnológicos.

Quem opta pelo curso de tecnólogo em Futebol será um líder técnico nas áreas de criação, desenvolvimento, planejamento, produção e pós-produção, distribuição e exibição/veiculação, direção e gestão das áreas, responsável pelo aperfeiçoamento, implementação e controle dos processos produtivos, com habilidades e conhecimentos técnico-científicos, capaz de absorver mudanças e sempre aprender. As aulas são ministradas na Rua Professor Pedreira de Freitas, 45, Tatuapé, em São Paulo. Mais informações em www.vestibularsocial.com.br.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Melhor para São Paulo

Por Cauê Macris, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

No próximo dia 25 de junho, o PSDB completará 30 anos. O desenvolvimento socioeconômico do Brasil e a consolidação de sua jovem democracia se confundem com a história e o crescimento do nosso partido. Ao nascer, em 1988, a sigla elegeu 18 prefeitos. Três décadas depois, a social democracia governa seis Estados e 803 municípios brasileiros.

Em São Paulo, berço tucano, a história comprova a especial sintonia entre o eleitor e nosso jeito de governar: há seis eleições consecutivas para o governo estadual os paulistas escolhem, livre e democraticamente, administradores do PSDB. Além disso, prefeitos da legenda administram 173 municípios, incluindo a capital, que somam mais da metade de toda a população paulista.

Foto: Arquivo

O PSDB em São Paulo governa com a bússola do equilíbrio fiscal. O princípio inabalável de que um governo para os cidadãos não pode gastar mais do que arrecada produz conquistas que incluem a construção de mais de 40 hospitais públicos, a revolução tecnológica que expande o Poupatempo e presta o melhor serviço público, as 180 escolas técnicas e faculdades de tecnologia gratuitas em que milhares de jovens paulistas constroem o seu futuro, o sonho realizado de meio milhão de casas populares, mais de 50 estações de metrô e trem e um acréscimo de quase dez mil quilômetros na malha rodoviária do Estado, a melhor e mais segura do Brasil tanto para as pessoas como para o desenvolvimento econômico e a geração de empregos indispensáveis para a melhoria concreta da vida dos brasileiros.

Nos 30 anos do PSDB, a extraordinária relevância dos seus serviços prestados a São Paulo e ao Brasil elevam a nossa responsabilidade não apenas como agentes públicos, mas também como militantes. A oito meses do pleito, o debate sobre as candidaturas nacionais está consolidado com Geraldo Alckmin, que será protagonista de um novo País. No caso específico da eleição paulista, os nomes começam a surgir.

A minha convicção é que não podemos virar as costas para avanços que o PSDB produziu por aqui. Nesse sentido, tenho defendido que o prefeito de São Paulo, João Doria, seja o nosso candidato a governador. Ele terá a missão de proteger o legado de responsabilidade com o gasto público.

À frente da Prefeitura de São Paulo, Dória demonstrou capacidade para encarar obstáculos. Ao deparar-se com um déficit de R$ 7,5 bilhões deixado pela administração anterior, saneou as contas. Foi ele também o responsável por zerar a fila de mais de 485 mil exames na rede municipal de saúde em menos de 90 dias, abrir o maior número de vagas em creche para um primeiro ano de governo da história, chegando ao recorde de 300 mil crianças matriculadas nas creches municipais.

Após 13 meses administrando São Paulo há uma certeza: João Doria pode fazer mais pela cidade administrando o Governo do Estado em perfeita harmonia com o seu natural substituto, o vice-prefeito Bruno Covas.

Nada ainda está decidido, mesmo porquê o prefeito tem ouvido com atenção os apelos da militância, os deputados, prefeitos do interior, mas dentro do nosso grupo há um consenso: o PSDB deve encarar 2018 com união em torno de um nome para defender tudo o que foi feito e, ao mesmo tempo, evitar fissuras internas. A militância sabe os efeitos colaterais provocados por posturas dúbias como as registradas nos anos de 2006 e 2008 quando as candidaturas à Presidência da República e à Prefeitura de São Paulo enfrentaram resistência interna. Um pé em cada canoa, definitivamente, criou traumas para a nossa legenda. Temos atuado para que esse dilema não entre novamente nas nossas reuniões.

Doria sabe que na política, assim como na vida, reconhecimento e protagonismo só se alcança quando se trabalha duro para a concretização dos seus ideais. Tenho certeza que nosso Estado deve manter distância do populismo que cria euforia momentânea, sempre seguidas de desengano e depressão.





quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Guardas municipais do ABC ganham local para treinamento de tiro

Com as presenças dos prefeitos Orlando Morando, de São Bernardo do Campo, que também é presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, e de Adler 'Kiko' Teixeira, de Ribeirão Pires, além do secretário executivo do Consórcio, Fabio Palacio, o Centro Regional de Formação em Segurança Urbana (CRFSU), mantido pelo Consórcio, inaugurou nesta quarta-feira (21) o Centro de Treinamento na Preservação da Vida - Método Giraldi, que será utilizado para treinamento e capacitação dos Guardas Civis Municipais (GCMs) da região.

Guardas Municipais passam a serem treinados em local apropriado

Também participaram da solenidade o Coronel Carlos Alberto dos Santos, secretário de Segurança Pública de São Bernardo e coordenador do GT Segurança Pública do Consórcio; Edson Lima de Oliveira, Diretor do Centro Regional de Formação em Segurança Urbana, e os secretários de Segurança Pública Elaine Maria Biasoli, de São Caetano do Sul; José Luis Martins Navarro, de Ribeirão Pires; e Renan Corte Brilho, de Rio Grande da Serra.

Durante o evento, os GCMs fizeram uma demonstração de tiro policial defensivo pelo Método Giraldi, na pista de treinamento, com alvos fixos, móveis e até mesmo em um cenário que representava uma abordagem policial com sucesso em uma favela. A Pista de Tiro de São Bernardo é homologada pelo Exército Brasileiro.

Para Orlando Morando, o Consórcio, mais uma vez, sai na frente nas demandas regionais. "Os agentes de segurança devem estar capacitados para proteger suas próprias vidas e da população. A GCM cumpre um papel importante em toda a região, muitas vezes com efetivo superior ao da PM, como é o caso de São Bernardo. Por esse volume e por sua importância, não faz sentido não capacitar esses profissionais da melhor forma possível. O Consórcio cumpre de maneira muito correta essa demanda. Além do compromisso em aumentar a segurança urbana, há a preocupação com a otimização dos recursos públicos, por meio deste equipamento que vai atender a todas as cidades consorciadas de forma unificada", destacou.

O coronel Carlos Alberto Santos se mostrou otimista com o local de treinamento. "A utilização do Método Giraldi pelos nossos GCMs é a confirmação de que eles estarão bem treinados e atuando com o que existe de mais moderno em termos de armamento, Os GCMs precisam estar municiados com o que de mais moderno em termos de armamento e técnicas de tiro", destacou. Segundo ele, O Coronel Carlos Alberto explica ainda nos próximos meses acontecerá um curso de formação de professores do método, que serão os multiplicadores para a formação dos GCMs. Ele rejeita a tese de gastos com a pista de tiro e a renovação do armamento. "Isso é investimento. Gastos nós temos quando um PM ou um CGM, por conta de erro de procedimento, perde a vida ou a sua mobilidade", destacou.



Fabio Palacio destacou que novo equipamento vai ser importante para treinar e capacitar os GCMs da região. "Fechamos um ciclo e o objetivo é melhorar cada vez mais a segurança do profissional que vai às ruas para defender a população do Grande ABC", reforçou.



Método Giraldi



Os GCMs do Grande ABC serão capacitados pelo Tiro Defensivo na Preservação da Vida, que é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Método Giraldi, em homenagem ao criador da modalidade, Nilson Giraldi, que mora atualmente em Bauru e tem 85 anos de idade. Orlando Morando destacou que em uma próxima atividade será feito o convite a Nilson Giraldi para que ele conheça a pista de treinamento de tiro de São Bernardo.



Ave considerada extinta é redescoberta no Parque Estadual Serra do Mar

Uma descoberta histórica na área da ornitologia foi feita no Parque Estadual Serra do Mar e está chamando a atenção de especialistas e pesquisadores. O pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) – uma das aves mais ameaçadas das Américas e uma das mais raras do mundo – foi registrado pela segunda vez no Estado de São Paulo, após 197 anos do primeiro registro, no Núcleo Padre Dória, em Salesópolis, numa área restrita à visitação. De tão rara, a espécie foi considerada extinta entre os anos de 1940 e 1950.



A ave foi encontrada pela vigilante do parque, Fabiana Pereira, que estava fazendo ronda de rotina com a máquina fotográfica que sempre a acompanha em seus trabalhos. De repente, viu uma ave que chamou a atenção pelo local onde se encontrava e resolveu fazer a foto. “Na hora pensei: parece um biguá. Olhando a foto, percebi que o bicho tinha um topete chique, mas não dei muita importância. Quatro meses se passaram, até que reconheci o pato-mergulhão numa reportagem da TV. Foi aí que caí na real, era uma ave considerada extinta no Estado de São Paulo e eu a encontrei! Sou apaixonada pela natureza e esse achado me deixou muito feliz, porque mostra a importância do parque e do nosso trabalho na preservação das espécies”.

Devido à relevância do registro, as equipes dos Núcleos Caraguatatuba e Padre Dória se uniram na elaboração de uma nota científica com o título: “Second record of Brazilian Merganser Mergus octosetaceus in the state of São Paulo, south-east Brazil, after almost two centuries” ou “Segundo registro do Pato-mergulhão Mergus octosetaceus para o Estado de São Paulo, Sudeste do Brasil, após quase dois séculos”. Tal nota foi submetida ao “Bulletin of the British Ornithologist’s Club” e encontra-se em análise por este, que é um dos mais importantes veículos científicos voltados para a ornitologia no mundo (http://boc-online.org/bulletin).

Os autores da nota são o gestor do PESM-NUCAR, Miguel Nema Neto, a vigilante e autora do registro, Fabiana Dias Pereira, a gestora do PESM – NPDor, Ana Lúcia Wuo e o diretor regional da Fundação Florestal, Carlos Zacchi Neto. Segundo Miguel, “o trabalho demonstrou a importância do manejo adequado das Unidades de Conservação e suas zonas de amortecimento para garantir a perpetuação de espécies como esta. O pato-mergulhão é um dos patos mais raros do mundo e mais ameaçados das Américas. A partir desta descoberta, buscaremos apoio da comunidade científica para definirmos as estratégias de conservação, a fim de garantir a vida da espécie no local.”




O pato-mergulhão

Adaptado a cursos hídricos de regiões montanhosas, o pato-mergulhão vive em rios límpidos e caudalosos de altitude, principalmente em corredeiras, pousando em rochas e árvores caídas na água. Alimenta-se de peixes e outros animais da fauna aquática. Instala seu ninho nas fendas de rochas e em ocos de árvores mortas, às margens dos rios. Possui cor verde-petróleo, principalmente no macho, pés vermelhos e asas com detalhes brancos.

Pouco tolerante a impactos ao ambiente, o pato-mergulhão é sensível a impactos ao meio ambiente e requer um habitat muito específico viver. Qualquer alteração hidrológica em seu habitat, como a expansão das atividades agropecuárias, a poluição e barramento de rios e a supressão de vegetação ciliar, podem inviabilizar sua sobrevivência no local.



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A intervenção federal em nossas cidades pode ser antes um problema do que uma solução

*Por Fernando Fabiani Capano

Com a violência em níveis mais do que alarmantes e a crise da segurança pública no Brasil, falando mais especificamente acerca do recente e gravíssimo episódio de intervenção na Segurança Pública no Rio de Janeiro, necessário se faz retomar o debate sobre até que ponto podemos solicitar aos militares federais ações que são essencialmente atribuições das Polícias dos Estados. De se ressaltar que nosso ordenamento jurídico-constitucional é claro ao estabelecer que as forças policiais estaduais devem funcionar como instrumento próprio para assegurar a segurança pública em nossas cidades.

Na esteira do modelo preconizado pelo artigo 144 da Constituição Federal que, ao que nos parece, pareceu recepcionar o decreto-lei 667, de 1969, atualizado pelo decreto-lei 2010, de 1983, temos que as missões peculiares para assegurar o cumprimento da lei, a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos, bem como a atuação de maneira repressiva, em caso de perturbação da ordem, pertencem precipuamente às forças estaduais, precedendo o eventual emprego das Forças Armadas.

Assim é que, sob o prisma da situação instalada no Rio de Janeiro, é de se perquirir se a perseguição e a captura de bandidos demandavam de fato a intervenção pelo Governo Federal. Bem sabemos da excelência operacional destes profissionais, especialmente se levarmos em conta a questão da responsabilidade em preservar a segurança da população civil e inocente envolvida. No entanto, admitir o uso regular deste expediente (como está se tornando frequente no Rio e em outros lugares de nosso País) é, a nosso sentir, confessar a falência completa e irreversível dos órgãos estaduais de Segurança.

Opta-se, com respaldo da opinião pública, pela solução que, a princípio, parece ser a mais ‘fácil’ e até mesmo mais eficaz a curto prazo. Entretanto, se a intervenção federal na Segurança Pública nos Estados virar a regra, teremos, a longo prazo, problemas estruturais e sociais muito mais graves do que apaziguar um Estado.

Admitindo que nossas polícias não servem mais para dirimir e gerenciar nossas demandas por segurança (o que não é absolutamente verdade), enfraqueceremos nossa capacidade institucional para aperfeiçoar nosso modelo de Segurança Pública tendente a manter o tecido social intacto, respeitando-se os direitos e garantias fundamentais de todos (até mesmo de quem infringe a lei).

Sabemos que a sociedade está propensa a adotar posturas autoritárias no atual contexto político em que vivemos e que, fartos da falta crônica de segurança, clamemos por soluções rápidas e enérgicas, doa a quem doer. É bem verdade ainda que existem também problemas severos envolvendo treinamento, capacitação, reciclagem, bem como problemas estruturais que impactam na atuação cotidiana das polícias.

No entanto, privilegiar de maneira frequente uma intervenção em detrimento de capacitar as nossas forças estaduais, para tratar de problemas que podem sim ser equacionados em âmbito local (desde que nossos gestores públicos levem a sério a questão da Segurança Pública), é desvirtuar o atual papel constitucional reservado ao glorioso Exército Brasileiro, dando ensejo, em verdade, ao desejo de alguns de nossos governantes que, de maneira absolutamente irresponsável, preconizam o desmonte das nossas Polícias. Não nos deixemos enganar. O expediente do uso do exército não nos trará a paz que tanto buscamos.

*Fernando Fabiani Capano é sócio do escritório Capano, Passafaro Advogados Associados, advogado, especialista em Segurança Pública e Mestre em Direito Político e Econômico.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Utinga e Jardim do Estádio têm obras de drenagem

Da redação

O Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (Semasa) iniciou neste mês a construção de galerias de águas pluviais (GAPs) nos bairros de Utinga e Jardim do Estádio. As obras contribuem para o sistema de drenagem, minimizando possíveis alagamentos e enchentes nos locais.

Obras começaram neste mês | Foto: divulgação 
Em Utinga, os serviços ocorrem na Avenida da Paz com a Avenida dos Estados. Serão implantados 63 metros de tubulações, que vão captar as águas de chuva da Avenida da Paz e encaminhá-las para o rio Tamanduateí. As intervenções, realizadas por empresa contratada pelo Semasa, tem previsão de conclusão em 90 dias e os investimentos são de cerca de R$ 600 mil.

Já no Jardim do Estádio, as obras ocorrem na Rua Odila Bento com a avenida Adriático. No local, serão instalados 66 metros de rede de drenagem que vão captar as águas de chuva da Rua Odila Bento para enviar à galeria de águas pluviais que já existe na avenida Adriático.

Os serviços de drenagem no Jardim do Estádio também são realizados por empresa contratada pela autarquia e devem ser concluídos em 60 dias e possuem investimento de R$ 700 mil.



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Planos de saúde devem ressarcir SUS por atendimentos na rede pública

Por André Richter – ABr
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (7) manter a validade da lei que obriga as operadoras de plano de saúde a ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) quando o segurado é atendido em hospitais públicos. A Lei nº 9.656/1998 regulamentou as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).



A lei foi questionada na Corte pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), entidade que representa hospitais particulares. Durante sustentação na tribuna do STF, o advogado Marcelo Ribeiro, representante da confederação, argumentou que a Constituição determinou que o Estado tem o dever de garantir atendimento de saúde gratuitamente à população e as falhas de atendimento não podem ser repassadas à iniciativa privada.

"Ao invés de a instituição privada poder concorrer, oferecendo saúde, passa a ser obrigada a ressarcir quando um contratante seu exerceu o direito que ele tem, como pagador de impostos, de um [atendimento] no hospital público. ”, disse.

A norma prevê que, após um cidadão conveniado a um plano de saúde ser atendido em um hospital público, a ANS deve cruzar os dados do sistema do SUS para cobrar os valores dos procedimentos médicos das operadoras. Após período de contestação, a agência notifica as empresas para fazer o pagamento de 15 dias.

No ano passado, a ANS arrecadou cerca de R$ 458 milhões das operadoras de planos de saúde pelo ressarcimento por uso da rede pública.