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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Bancários aderem à greve geral nesta sexta-feira

Redação

Em assembleia na noite desta última terça-feira (11), na Quadra dos Bancários, em São Paulo, os trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região decidiram, por unanimidade, juntar-se a outras categorias e aderir à paralisação nacional nesta sexta-feira (14).

No ABC, a paralisação é confirmada pelo Sindicato dos Bancários  Imagem: reprodução

Segundo comunicado, a greve é contra a reforma da Previdência, por empregos, em defesa do patrimônio nacional e dos bancos públicos, conforme comenta a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Ivone Silva.

“Bancários aprovaram, em assembleias, a participação na greve contra a retirada de direitos. Vamos às ruas lutar contra o fim da aposentadoria e o desmonte dos direitos previdenciários e em defesa dos bancos públicos”, afirma Ivone.

No ABC, a paralisação é confirmada pelo Sindicato dos Bancários do ABC. Além disso, outras categorias devem aderir a paralisação nacional nesta sexta-feira (14). 

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Greve dos caminhoneiros afeta o ABC

Por Vivian Silva

Os caminhoneiros entraram nesta quinta-feira (24) no quarto dia de manifestações contra o preço elevado dos combustíveis. Com isso, a população já sente o efeito do desabastecimento de combustíveis e de alimentos em diversos estados, o que inclui o ABC.

Para a moradora de Santo André, Ana Cristina Soares, a situação é crítica. “Abasteci o meu carro no posto da Avenida Utinga (em Santo André – dia 23 de maio) e estava lotado e alguns motoristas chegavam de outros locais dizendo que já não há mais gasolina”. Além disso, ela também já sente o reflexo da paralisação na distribuição dos alimentos. “Ontem (22) mesmo fui ao mercado e paguei na batata R$ 4,50, já na sexta (18) estava R$ 1,99 o quilo”, comenta.

Motoristas fazem fila para abastecer os carros | Foto: Vivian Silva
A reportagem do Ponto Final andou pela cidade e pôde verificar a falta de combustível em vários postos. Na Rua Colúmbia, no 2º Subdistrito andreense, a fila de carros era intensa para abastecer na manhã desta quinta-feira (24) até o frentista, por volta das 10h30, avisar que o combustível havia acabado.

Procon

Com a escassez do combustível, muitos postos têm praticados valores abusivos. Assim, a Fundação Procon-SP orienta aos consumidores que denunciem por meio do portal www.procon.sp.gov.br práticas abusivas, previstas no Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Seção IV, das Práticas Abusivas, art. 39 Inciso X).  É fundamental que o consumidor anexe à denúncia imagem do cupom fiscal, fotos ou demais itens que comprovem o fato.

Paralisação no ABC

O Sindicato Nacional dos Cegonheiros (SINACEG) contabiliza que seus 3.700 caminhões cegonha estão parados, sendo que no ABC são 1.500. O presidente do Sinaceg, Jaime Ferreira dos Santos, está em Brasília, para participar de todas as reuniões com os governantes. “A reunião desta quinta (24) é muito importante. Houve um pequeno avanço, mas ainda não atende às necessidades dos caminhoneiros”, afirma Ferreira.

Reunião 

Antes de viajar para Porto Real (RJ) e Belo Horizonte (MG), o presidente Michel Temer fez uma reunião para discutir o impasse em torno dos preços dos combustíveis, no Palácio do Planalto. A conversa ocorre no dia seguinte ao anúncio da Petrobras de redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 15 dias.

Porém, líderes dos caminhoneiros disseram ontem (23) que o anúncio da Petrobras não resolve o problema e que, assim, a paralisação continuará. Até o fechamento desta desta reportagem, a situação permanecia a mesma. (Com ABr).



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Professores das escolas particulares do ABC aderem à greve geral nesta sexta-feira

Da redação

Os professores das escolas particulares de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul vão aderir à greve geral amanhã (30) em defesa da aposentadoria e contra a reforma trabalhista. A categoria reúne cerca de 4 mil docentes nas três cidades.

Professores repudiam a reforma trabalhista | Imagem: Reprodução
A decisão foi tomada em assembleia realizada pela categoria, na sede do Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro ABC), na última sexta-feira (23). Na greve que aconteceu em 28 de abril, cerca de 60 % da categoria aderiu ao movimento nas escolas particulares de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

De acordo com o presidente do Sinpro ABC, José Jorge Maggio, "os professores e professoras repudiam a reforma trabalhista que está tramitando no Senado Federal (PLC38/2017), porque acaba com todos os direitos da classe trabalhadora conquistados pela CLT, precariza o trabalho, limita o poder de atuação sindical, fazendo com o que o trabalhador perca força na hora de negociar com o empresariado, além de dificultar o acesso à Justiça do Trabalho", afirma. 

Maggio disse ainda que "a reprovação do relatório da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, no último dia 20 de junho, foi uma derrota do governo ilegítimo e demonstrou que temos condições de barrá-la". Além disso, a entidade clama por  "Fora Temer" e pede "Diretas Já".