sexta-feira, 3 de março de 2017

Semasa faz manutenção de emergência em adutora

Da redação

Nesta sexta-feira (03), o Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (Semasa) iniciou o conserto de um vazamento na adutora de grande porte que passa sob o viaduto Salvador Avamileno (Cassaquera). A obra deve ser concluída por volta das 20h, mas a normalização do fornecimento de água ocorrerá durante a madrugada de sábado (04). 

Com a manutenção, são afetados dez setores de abastecimento: Progresso, Miguel Ângelo, Vila Suíça, Miami, São Jorge, Gerassi, Clube de Campo, Curuçá, Erasmo Assunção e Parque das Nações. 

O Semasa destaca ainda que os pontos mais altos dos bairros podem ter mais dificuldades para normalizar o fornecimento de água, por causa da baixa pressão.



Casa Moradia e Centros de Assistência Social recebem doações

Nesta última quinta-feira (02), a Prefeitura de Santo André entregou 290 Kg de alimentos à Instituição Casa Moradia Parque Miami - Cáritas Diocesana. Além disso, também foram entregues 20 computadores aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Utinga e Alzira Franco, doados pelo Departamento de Informática da Prefeitura. 

Primeira-dama de Santo André, Ana Carolina, acompanhou a distribuição dos alimentos | Foto: Ricardo Trida/PSA
Os alimentos arrecadados e distribuídos pela primeira-dama de Santo André, Ana Carolina Rossi Barreto Serra, foram trocados por ingressos para a apresentação da Orquestra Sinfônica de Santo André que ocorreu em 18 de fevereiro. O concerto encerrou a 3ª Oficina de Regência Orquestral no Teatro Municipal de Santo André. 

A ação foi realizada pelas Secretarias de Inclusão e Assistência Social e de Cultura e Turismo. Segundo Ana Carolina, o objetivo é fazer um trabalho solidário em diversas instituições. “A Orquestra arrecadou alimentos dessa vez, nas próximas apresentações ela pode arrecadar material para higiene, material de limpeza e distribuir para cada instituição que conhecermos a realidade e vermos que é séria e precisa de ajuda, a ideia é fazer algo diferente, sair da mesmice”. 

A Casa Moradia é administrada pela Diocese de Santo André, por meio da Cáritas Diocesana em parceria com a Secretaria de Inclusão e Assistência Social e tem como finalidade prestar assistência aos homens que vivem nas ruas. Os encaminhamentos para a casa são realizados por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Pop Rua (Casa Amarela), órgão da Prefeitura de Santo André. 

O local tem capacidade para abrigar até 70 pessoas, atualmente, há 49 moradores.  Além de alimentação e produtos para higiene, a casa disponibiliza atividades socioeducativas, lúdicas e psicossociais diversificadas que contribuem para o reingresso dos moradores ao mercado de trabalho. A Casa Moradia conta com a supervisão do Diácono Nilton, equipe de enfermagem 24 horas, médico voluntário, serviço social, terapeuta ocupacional, psicóloga, nutricionista e cuidadores. 

CRAS Utinga e Alzira Franco 
 A primeira-dama acompanhou também a entrega dos computadores aos CRAS. As máquinas doadas não são patrimoniadas e não tinham mais recursos para serem utilizadas na administração. Os computadores serão usados para oficinas e atividades de informática voltadas às crianças,  adolescentes e idosos, além de uso supervisionado da comunidade. No CRAS Alzira Franco são atendidas aproximadamente 600 pessoas por semana, e no CRAS Utinga cerca de 80 pessoas.



quinta-feira, 2 de março de 2017

Centro de Valorização da Vida completa 55 anos

Por Vivian Silva 

Nesta última quarta-feira (1º), o Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade filantrópica, completou 55 anos de existência. Com atendimento gratuito, a instituição tem como missão oferecer apoio emocional e, com isso, prevenir suicídios. 

De acordo com o último levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2012, anualmente, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo, o que significa que há uma morte a cada 40 segundos no planeta. Os jovens – entre 15 e 29 anos – e os idosos são os mais afetados.  

No CVV Santo André haverá um curso para novos voluntários neste mês | Foto: Divulgação 
Para o voluntário do CVV Santo André, Antônio Freitas (nome fictício), 68 anos, que presta serviço no local há mais de dez anos, a depressão, falta de diálogo e tabu sobre o tema são fatores que contribuem com esta situação.  

“A prevenção do suicídio é como a prevenção do câncer de mama, da aids...Todo mundo tem medo de falar do suicídio. Muita gente procura a gente e conversa, desabafa. Então, fazemos uma prevenção do suicídio. A pessoas está conseguindo se aliviar e se afasta um pouco deste caminho, entendeu. A necessidade que ela tem de desabafar que vai levando ela para esse caminho (do suicídio) ”, comenta o voluntário.

Na análise de Freitas, de maneira geral, o jovem sofre com bullying, timidez, muita competição, além dos conflitos pertinentes a idade. Já o idoso, muitas vezes, sente-se deslocado nesta fase da vida, devido a um maior tempo ocioso. Tudo isso pode ocasionar transtornos mentais, que podem ser agravados pelo uso de drogas, como o álcool. E, com isso, levar a pessoa a cometer um ato extremo como o suicídio.

A observação de Freitas é reiterada pelo relatório global lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no último dia 23, no qual aponta que o número de casos de depressão aumentou 18% entre 2005 e 2015: são 322 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria mulheres. No Brasil, a depressão atinge 11,5 milhões de pessoas (5,8% da população), enquanto distúrbios relacionados à ansiedade afetam mais de 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população). A depressão é a principal causa de mortes por suicídio. 

Comunicação para salvar vidas
No CVV, o atendimento ocorre com total sigilo. O voluntário conta que muitos jovens preferem se comunicar por meio do e-mail (santoandre@cvv.org.br) e, mesmo por este canal, não fica nada registrado no local. Assim que um e-mail é respondido, ele é deletado na sequência. 

Desta maneira, saber ouvir, sem julgamento, é um dos pontos essenciais do atendimento. “Se a pessoa liga no CVV, ela já está ligando para um lugar que ela não conhece, para falar com um estranho, porque ela já tentou de alguma maneira falar na família, falar com os amigos, falar com a comunidade, no trabalho, na igreja e ela não encontra eco, não encontra apoio, porque as pessoas vão criticar, vão dar conselhos, todo mundo quer dar conselho, mas ninguém quer ouvir a pessoa, as razões dela”, analisa Freitas. 

Atualmente, há 76 postos do CVV espalhados pelo País, com cerca de 2 mil voluntários. O número do CVV é 141, em Santo André também é possível ligar no 4972-4111, das 19h às 23h.

Novos voluntários 
Para ser voluntário no CVV é preciso ser maior de idade e dispor de 4h30 semanais,  para atuar no local. De 13 a 17 de março, das 19h30 às 22h, haverá no CVV Santo André (Rua Siqueira Alves, 97, Vila Alzira) um curso para quem deseja ser voluntário, ou quer conhecer um pouco mais sobre o trabalho realizado.




ParkShoppingSãoCaetano sedia caminhada em homenagem ao Dia da Mulher

Da Redação

O ParkShoppingSãoCaetano recebe a 4ª edição da Caminhada em Comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em 12 de março. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Esporte e Turismo de São Caetano do Sul, é uma oportunidade para curtir o final de semana em um passeio pelos arredores do shopping e Parque Chico Mendes.

Esta será a 4ª edição da caminhada | Foto: Divulgação

O início será no estacionamento externo do shopping (Alameda Terracota, 545, Espaço Cerâmica) onde será feita a entrega dos kits às primeiras mil participantes, a partir das 8h30. Para começar o percurso com disposição, serão feitos exercícios de alongamento e aula de ginástica, com supervisão de profissionais de educação física, na sequência, acontece a largada, às 9h. O evento é gratuito. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4224-3972.





Mortes nas estradas caem 20% durante o Carnaval

Da Redação

O Carnaval deste ano foi mais seguro nos 6,9 mil quilômetros de rodovias estaduais do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo. O Centro de Controle de Informações (CCI) da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) registrou 20% menos mortes nas pistas em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 8 mortes ante 10 em 2016 considerando o período das 18h da sexta-feira até às 23:59 da terça-feira de Carnaval. A quantidade de acidentes reduziu 12%, passando de 569 ocorrências para 502 este ano. O número de feridos também seguiu a mesma tendência de queda, com redução da ordem de 19% (330 em 2016 contra 266 em 2017).

“Nos feriados, as ações de operação e educação no trânsito são intensificadas. Mas trabalhamos diariamente com segurança viária para alcançar a meta de redução de 50% do número de mortes nas rodovias até 2020”, comenta Giovanni Pengue Filho, diretor geral da Artesp. 

Em 2011, quando a ONU lançou o programa Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020, foi elaborado pela Artesp um cronograma de metas a ser atingido pelo Programa de Concessões Rodoviárias do Estado ano a ano para se chegar em 2020 com uma redução de 50% no número de mortes e de 20% na quantidade de vítimas feridas. “Desde então, os índices alcançados têm sido melhores do que o cronograma, levando a crer que estamos no caminho correto e que chegaremos em 2020 dentro da meta da ONU”, comenta Pengue Filho. 

OPERAÇÃO CARNAVAL
Balanço de Acidentes
Período 18h da sexta-feira até 23h59 da terça-feira de Carnaval

Acidentes
Total
2016
Total
2017
Comparativo
Acidentes
569
502
-12%
Feridos
330
266
-19%
Mortos
10
8
-20%


Operação nas Rodovias e Educação no trânsito

Durante o Carnaval desse ano, a Artesp, em conjunto com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, o Detran-SP e as concessionárias de rodovias desenvolveu uma série de ações de educação no trânsito. As principais ações tiveram como destaque o equipamento conhecido como Rodovírtua – óculos de realidade virtual que permite ao usuário vivenciar a sensação de um motorista dirigindo sob o efeito do álcool. 

A operação Carnaval também contou com a distribuição de leques com mensagens educativas em blocos de carnaval, jingles em rádios e anúncios em jornais – todas as peças tendo como foco principal o alerta de que álcool e direção é uma combinação perigosa. Também foi feito reforço na fiscalização do transporte intermunicipal de passageiros nos terminais de ônibus. 

A Artesp intensificou o monitoramento das operações e da prestação de serviços das concessionárias por meio do Centro de Controle de Informações (CCI), que acompanha o funcionamento dos equipamentos e o trabalho das empresas que administram as rodovias através de uma central que recebe imagens de 996 câmeras espalhadas por todo o Estado. Como serviço para os motoristas e para a imprensa, a rádio Artesp Informa veiculou no período do Carnaval 52 boletins de áudio com informações sobre as condições das rodovias. 

Durante o feriado, as concessionárias implantaram esquemas especiais com reforço no monitoramento e manutenção dos equipamentos como call box, câmeras, painéis de mensagem e veículos de apoio operacional. Também houve aumento no número de guinchos, ambulâncias e veículos de atendimento e socorro ao usuário, além da realização da operação “papa-fila” nos pedágios para agilizar a passagem pelas cabines de cobrança manual, quando necessário.






quarta-feira, 1 de março de 2017

Seletivas para equipes de handebol ocorrem em Camilópolis

Da Redação

O ginásio Noêmia Assumpção, no bairro Camilópolis (Rua Custódia, nº 50), em Santo André, será palco das seletivas das equipes de base de handebol de Santo André. Meninos e meninas nascidos entre 2001 e 2007 podem se inscrever para lutar por uma vaga no elenco das equipes entre o infantil, cadete e juvenil. As atividades ocorrem em dois domingos (05 e 12/03), das 9h às 11h. Uma novidade para este ano é a inclusão da categoria juvenil para o masculino, para os nascidos entre 1999 e 2000, com seletivas contínuas nas quartas e sextas-feiras, das 14h às 15h30, no mesmo local. Os participantes devem usar traje esportivo para as atividades. Mais informações podem ser obtidas aqui
Arte: Divulgação



Número de turistas no Carnaval de São Paulo aumenta 200%

Da Redação

Um Carnaval para paulistanos e também para turistas. Isso que mostrou a folia na capital paulista em 2017. Superando todas as expectativas, o crescimento no número de visitantes no Sambódromo foi da ordem de 167% (passando de 7 para 20% do público) e no Carnaval de Rua o incremento foi de 203% (indo de 3% para quase 10% dos foliões). A estimativa de aumento inicial girava em torno de 30%.

O levantamento foi realizado pelo Observatório de Turismo e Eventos, núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo (SPTuris). No Anhembi, a pesquisa foi realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro e mais de 1,1 mil pessoas foram entrevistadas. Nas ruas da cidade, o levantamento segue até o dia 05 de março, porém as parciais já refletem as entrevistas feitas com mais de 900 pessoas. Para ambas as pesquisas, o nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Nível de confiança da pesquisa é de 95% | Foto: Rovena Rosa/AgBr

Outro ponto de destaque foi a quantidade de paulistanos que hospedaram parentes e amigos de fora da cidade em suas casas para curtir o Carnaval: crescimento de 890% entre os que estiveram no Sambódromo e de 388% entre os foliões dos blocos.

Ainda sobre o Carnaval de Rua, as parciais mostram que 77,6% das pessoas disseram que a organização melhorou ou melhorou muito. No Sambódromo, a organização foi considerada melhor em relação ao ano anterior por 76,2%.

Confira os dados da pesquisa:

CARNAVAL NO SAMBÓDROMO DO ANHEMBI
RESULTADOS FINAIS - 1.112 entrevistas realizadas

Origem do público
Paulistanos x não residentes (visitantes)
2016: 92,3% paulistanos x 7,7% de outras cidades
2017: 79,4% paulistanos x 20,6% de outras cidades
Aumento de 167,5% no público não residente em São Paulo

Brasileiros x Estrangeiros
2016: Cerca de 1% do público de outros países
2017: O número se repetiu, com cerca de 1% do público de outros países

Recebeu amigos e/ou parentes de fora de São Paulo em casa por conta do carnaval?
2016: 1,3% disseram que sim
2017: 11,1% disseram que sim
Aumento de 890% nos paulistanos entrevistados no Sambódromo que afirmaram receber parentes e/ou amigos de fora de São Paulo durante o Carnaval, com média de 3 visitantes.

Gasto médio e permanência do turista:
2016: R$ 617 em cerca de 3 dias
2017: R$ 957 em cerca de 3 dias
Gastos aumentaram 55,1% em relação ao Carnaval de 2016.

Pretende ir a outro evento de Carnaval na cidade?
Em 2016, poucas pessoas falaram que iriam a outros eventos, cerca de 2% dos entrevistados.
Em 2017, aumentou significativamente o interesse do público por outros eventos: 57% dos entrevistados falaram que iriam curtir o Carnaval além do Sambódromo. Destaque para 33% dos entrevistados que iriam curtir os blocos de Carnaval na rua.

Perfil sociodemográfico

Gênero
2016: Masculino (30,1%), Feminino (69,9%)
2017: Masculino (51,7%), Feminino (48,3%)
Neste ano o público ficou mais equilibrado, com praticamente metade do público para ambos os gêneros.

Faixa etária predominante
2016: 30 a 39 anos (28,1%)
2017: 30 a 39 anos (34,6%)
Faixa etária predominante continua a mesma e não tivemos nenhuma alteração significativa nas outras idades. Mesmas proporções.

Avaliação dos desfiles no Sambódromo
A organização foi considerada melhor em relação ao ano anterior por 76,2%

Receita com turismo no Sambódromo
Considerando R$ 97 milhões em 2016, houve um crescimento geral dos gastos no Carnaval entre os turistas de mais de 55%. Assim, em 2017, podemos falar em R$ 151 milhões no Sambódromo gerados com o Carnaval para a cidade.

CARNAVAL DE RUA
Resultados parciais – 930 entrevistas realizadas até o momento
(Pesquisa seguirá até o dia 05/mar)

Origem do público
Paulistanos x não residentes (visitantes)
2016: 96,8% paulistanos x 3,2% de outras cidades
2017: 90,7% paulistanos x 9,7% de outras cidades
Temos um aumento de 203,1% dos visitantes em São Paulo.

Brasileiros x Estrangeiros
2016: Tivemos cerca de 1% do público de outros países
2017: O número se repetiu, com cerca de 1% do público de outros países

Recebeu amigos e/ou parentes de fora de São Paulo em casa por conta do carnaval?
2016: 2,7% disseram que sim
2017: 13,2% disseram que sim
Aumento de 388% nos paulistanos entrevistados nos blocos que afirmaram receber parentes e/ou amigos de fora de São Paulo durante o Carnaval, com média de 3 visitantes.

Pretende ir a outro evento de Carnaval na cidade?
2016: A quantidade de pessoas que afirmou interesse em ir a outros eventos era de 74,7%. Sambódromo representou 13,1%.
2017: A quantidade de pessoas que afirmou interesse em ir a outros eventos foi de 60,9%. Sambódromo representou 9,8%.
Este dado demonstra uma relativa consolidação do Carnaval de Rua no imaginário do participante. O interesse volta-se prioritariamente a curtir os blocos, já que o interesse em curtir outras atividades de Carnaval por quem está nos blocos não é grande.

Primeira vez no Carnaval de Rua?
2016: 65,7% vieram pela primeira vez
2017: 35,4% vieram pela primeira vez

Principal motivo para participar do Carnaval de Rua:
25,8% acompanhar amigos e/ou parentes
19,3% curtir um carnaval badalado
15,7% os blocos são de qualidade
10,3% a infraestrutura é adequada para curtir o carnaval

Acha que a organização melhorou em relação ao ano passado?
77,6% melhorou ou melhorou muito
21,2% manteve-se igual
0,7% piorou
0,5% piorou muito