segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Mobilidade Urbana: ABC precisa começar a andar neste pós-eleições

Por Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes 

Se depender das promessas dos candidatos eleitos às prefeituras do ABC Paulista, a mobilidade urbana na região vai avançar muito pouco.

Muitas dessas promessas foram extremamente vazias, e até por que não dizer sem fundamento: monotrilho, que é obra estadual e incerta, readequação de linhas sem antes adequação do espaço urbano, e a velha política de privilégio ao automóvel fizeram parte dos discursos.

Como quase todos os municípios País, as sete cidades do ABC Paulista cresceram de forma desordenada. Não há mais tantos recursos e espaços para grandes obras que privilegiem o transporte individual. Em muitos casos, os gestores terão de apresentar coragem para tomar decisões. E o caminho certo é o transporte coletivo e os deslocamentos não motorizados.

Novos prefeitos, novas esperanças, mas problemas antigos continuam com promessas superficiais | Foto: Adamo Bazani 
Os problemas são muito grandes, a começar pela frota de carros que no ABC cresceu 67,84% entre 2005 e 2015, enquanto a população cresceu a menos de 10%, segundo dados do Denatran e do IBGE. A taxa de motorização é de 0,65 veículo por habitante. O ABC tem em torno de 2,65 milhões de moradores.

O problema não é a quantidade de carros em si, mas o uso que se faz desses veículos. Como não há uma rede de transporte coletivos integrada e adequada as pessoas acabam se deslocando de carro para suas atividades cotidianas, o que resulta em congestionamentos e aumento da poluição.

Mas para não ficar apenas apontando problemas e sim, discutir soluções, várias propostas, mesmo que difíceis, devem ser priorizadas. Outas não são tão difíceis, basta vontade. A reportagem relaciona algumas (de tantas) para a região como um todo e para cada cidade, com vistas ao transporte coletivo.
ABC:

Integração Tarifária dos Ônibus Municipais: As promessas no âmbito do Consórcio Intermunicipal do ABC foram muitas, mas com nenhum avanço. O tema ganhou força em 2013 durante os protestos contra as tarifas de ônibus. Neste caso, prefeitos devem se despir das suas cores de bandeiras partidárias e terem bastante coragem, porque tecnicamente e financeiramente é possível fazer a integração entre os ônibus municipais das sete cidades. Não tem lógica municípios extremamente ligados (como dizem os urbanistas, conurbados) numa região que é menor que a zona Sul da capital paulista, mas que por questão de metros entre uma rua e o outra passageiro é obrigado a descer do ônibus e pagar outra tarifa. 

É certo que na região do ABC há um verdadeiro loteamento e uma disputa entre empresários de ônibus. Por exemplo, o empresário maior de Santo André, Ronan Maria Pinto, não tem mais boas relações com a empresa operadora de Mauá, Suzantur. Ronan foi um dos apoiadores para empresa tirar a Leblon da cidade mauaense, mas depois por desentendimentos empresariais, romperam relações. Em São Bernardo do Campo, a família Setti & Braga também quer uma certa distância de Ronan. Na época das investigações sobre o esquema de corrupção em Santo André, que segundo o Ministério Público Estadual resultou na morte do prefeito Celso Daniel em janeiro de 2002, o empresário João Antônio Setti Braga, do Grupo ABC, em CPIs foi firme ao denunciar as propinas. Tanto é que saiu da sociedade que mantinha com Ronan e outros empresários na Expresso Nova Santo André, empresa cujo nome aparece hoje nas investigações da Lava Jato. Setti Braga disse que não queria participar do esquema de propina. Entre Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra é muito ruim a relação entre empresário Nivaldo Aparecido Gomes, da Rigras, e a família de José Pereira, que controla a Viação Talismã.

No entanto, a população não é obrigada a pagar por isso. Os prefeitos devem sentar com esses operadores e deixar claro que o interesse dos passageiros, que são os clientes das empresas de ônibus, devem vir em primeiro lugar.

Ajuda ao Corredor da Metra: O Corredor da Metra, entre São Mateus e Jabaquara, passando por Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema é do Governo do Estado e possui uma boa avaliação dos passageiros. No entanto, os serviços poderiam ser melhores se as prefeituras ajudassem. Isso porque vários trechos do corredor são mistos. Os trólebus saem da pista exclusiva e se misturam em meio aos carros. É o que acontece, por exemplo, na região do Paço Municipal de São Bernardo do Campo e entre o Terminal Santo André Oeste e Avenida Ramiro Colleoni. É justamente nesses pontos que os trólebus perdem eficiência. Como os trechos mistos são de responsabilidade das prefeituras, não custaria nada o poder público implantar faixas exclusivas à direita (estilo Haddad mesmo) pelo menos nos horários de pico para o transporte coletivo fluir. Algo simples, quase sem nenhum custo e que ajudaria muita gente. Neste caso, egoísmo deve ser deixado de lado, porque ação, do ponto de vista superficial, melhoraria avaliação de um corredor que não é das prefeituras e sim do Governo do Estado, mas de um ponto de vista real, melhoraria mesmo a qualidade de vida e deslocamento de quem faz uso dos trólebus e ônibus hoje operados pela Metra.

Santo André: Andar de ônibus em Santo André não é das melhores partes do dia de ninguém. A frota da cidade já extrapolou a idade média prevista em contrato e, com poucos espaços preferenciais, os ônibus ficam presos nos congestionamentos. Enquanto isso, Paulinho Serra em sua campanha disse que iria junto ao Governo do Estado “articular” o monotrilho. Ocorre que, primeiro o monotrilho é uma obra de responsabilidade do Governo do Estado, a prefeitura pode ajudar, mas pouco. Segundo, o monotrilho é uma obra incerta, não tem prazo para começar e muito menos para terminar, há contestações do ponto de vista de sua eficiência, já que é caro tem capacidade limitada de passageiros, além da interferência no espaço urbano por causa de suas enormes vigas por onde passariam os trens com pneus de borracha. Há prioridades em relação ao transporte público, de competência exclusiva da prefeitura. O candidato eleito disse que iria reorganizar as linhas de ônibus da cidade. Isso sim é importante. No entanto, uma reorganização de linhas só deve ocorrer depois de uma estruturação do espaço urbano. Obrigar o passageiro a entrar e sair de vários ônibus para fazer um único deslocamento, sendo que esses ônibus ficariam ainda presos em longos congestionamentos, é sentenciá-lo a ficar mais tempo esperando nos pontos.

O que adianta um ônibus ser rápido e o outro, preso no congestionamento, demorar para chegar? A cidade precisa investir mais em espaços para o transporte coletivo. Se não há áreas para corredores, pelo menos faixas em horários de pico. Em relação a essas faixas, também é necessário ter bastante coragem e postura. Um exemplo é Avenida Dom Pedro II, onde nos períodos de pico o passageiro chega a perder quase 30 minutos. Uma faixa de ônibus lá atrapalharia os carros? Sim, mas o motorista do carro teria como alternativa as paralelas no bairro Jardim que poderiam ser melhor aproveitadas. Já o passageiro de ônibus, não. Uma faixa das 06h às 09h e das 17h às 20h não atrapalha comércio.

São Bernardo do Campo: O grande desafio em São Bernardo do Campo, na área de transporte coletivo, também é o tempo que se perde nas viagens. Uma das soluções seria criar mais faixas exclusivas e concluir os 12 corredores exclusivos prometidos para 2014 pelo prefeito Luiz Marinho, que deixará o cargo no final do ano. No entanto nenhum destes corredores está em operação. Essa deve ser uma das prioridades. Orlando Morando ao invés também de ficar exaltando o monotrilho, cria de seu partido PSDB, deve agilizar este ponto. A cidade de São Bernardo do Campo é operada por uma única empresa, a SBCTrans, cujos serviços são bem heterogêneos. Enquanto há linhas com uma boa periodicidade de ônibus em outras, apesar da grande demanda, a demora nos pontos e veículos lotados ainda são realidade. A situação para quem mora no pós-balsa também não é a ideal.

São Caetano do Sul: A cidade não é grande, mas os problemas de mobilidade não são nada pequenos. A sua principal artéria, a Avenida Goiás, também não oferece o tratamento adequado para o transporte coletivo. Os ônibus perdem tempo nos congestionamentos, sendo que a Avenida Goiás possui uma estrutura muito boa para faixas de ônibus, aliás, Avenida Goiás possui uma estrutura para um corredor à esquerda, que é muito mais eficiente. Apesar de mais caro, é possível e vantajoso. A cidade é operada exclusivamente pela Vipe - Viação Padre Eustáquio, empresa que não presta maus serviços de uma maneira geral, mas muitos passageiros reclamam do excesso “micrões”, ônibus menores que os convencionais, em linhas de maior lotação, principalmente nos horários de pico.

Diadema: Com duas empresas operando, a Transportadora Benfica e MobiBrasil, a cidade não possui também espaços prioritários suficientes para o transporte coletivo.  Além disso, os locais mais distantes do centro praticamente não contam com terminais, apenas estruturas pouco adequadas para oferecer segurança e conforto aos passageiros e trabalhadores em transportes coletivos, como o Terminal Eldorado, mesmo com as obras de revitalização, que é verdade, são avanços, mas parece que não suficientes. É o tipo de situação que deve ser prioridade na administração municipal.

Mauá: Uma administração municipal não deve nunca perseguir uma operadora de transporte, porém, também não precisa ser aliada. A cumplicidade da prefeitura e a empresa Suzantur, que opera com exclusividade os serviços, sempre foi alvo de polêmicas, desde o descredenciamento da Leblon Transporte de Passageiros e da Viação Cidade de Mauá pelo prefeito que fica até o final do ano, Donisete Braga. É verdade que em relação ao antigo Lote 1, antes operado pela empresa de Baltazar José de Sousa, houve avanços significativos, mas em relação ao Lote 2 que antes era da paranaense Leblon, segundo os próprios passageiros, houve poucos avanços e até alguns retrocessos, como a retirada dos ônibus articulados da linha Zaíra 4, extremamente lotada. A atual concessionária disse ter colocado mais ônibus. Os terminais em Mauá também são grandes desafios para o eleito Atila Jacomussi. A estrutura principal, o Terminal Central ao lado da CPTM, sempre foi precária, insuficiente para as linhas e sem oferecer conforto, segurança e sensação de bem-estar. Terminais do Zaíra, Itapark e do Guapituba, onde alguns ônibus ficam parados “no barro” também são estruturas que não oferecem o mínimo ideal para os passageiros. Os transportes foram decisivos para a derrota de Donisete Braga e podem decidir o futuro de Atila em quatro anos.

Ribeirão Pires: Em Ribeirão Pires, há apenas uma empresa de ônibus operando, a Rigras. A avaliação dos passageiros de uma maneira geral é boa. No entanto, os serviços poderiam melhorar.  Além disso, Ribeirão Pires deveria também ampliar as áreas de prioridade ao transporte coletivo, rever o intervalo de algumas linhas e melhorar a conservação e manutenção do principal terminal da cidade, que tem até um bom conceito de operação com itens de acessibilidade, mas sofre com sujeira, pichação, comércio ambulante entre outros problemas.  A Avenida Humberto de Campos é um dos grandes gargalos para quem quer entrar ou sair de Ribeirão Pires para ou pela vizinha Mauá. O transporte coletivo também deve ser priorizado neste ponto da cidade, mesmo as linhas intermunicipais. Apesar de a pista ter apenas duas faixas em cada sentido, sendo que uma delas é usada frequentemente para conversões, uma faixa preferencial sinalizada adequadamente, não necessariamente exclusiva, poderia, entretanto, alertar os motoristas que o passageiro do transporte coletivo, por lei federal, tem prioridade.

Rio Grande da Serra: O menor município do ABC Paulista, até mesmo com ares rurais, também enfrenta problemas de mobilidade. Foi a primeira cidade a conseguir os recursos do PAC obtidos no âmbito do Consórcio Intermunicipal do ABC para um espaço dedicado a ônibus. Um dos grandes gargalos é a travessia da linha de trem, que ainda é perigosa e provoca perda de tempo nas viagens. A questão é complexa porque sem desapropriações não há área para um viaduto, mas uma sinalização mais adequada também por parte do poder municipal e não só da CPTM, poderia reduzir parte do problema. De toda forma, a eliminação da passagem de nível deve ser um dos focos junto com o Governo do Estado, que é responsável pela CPTM. Há também uma verdadeira disputa nos bairros entre a Viação Talismã, operadora municipal e a Rigras, operadora intermunicipal, que vem de Ribeirão Pires. Ambas empresas se acusam de sobreposições de linhas. Ocorre que em muitos casos, os ônibus andam praticamente juntos e mais de uma linha não necessariamente tem significado para a população menos espera nos pontos. O poder público deve atuar de forma a garantir o entendimento entre as empresas e elaborar para Viação Talismã escalas que possam disciplinar os intervalos, já que Rigras opera linhas intermunicipais. O município não pode reger sobre as escalas da Rigras, no entanto, pode propor entendimentos com o governo do estado, responsável por meio da EMTU, pelo gerenciamento das linhas intermunicipais. Houve a determinação de os ônibus da Rigras não permitirem embarques e desembarques de passageiros municipais, mas é insuficiente para resolver o problema.


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Santo André sedia caminhada com animais

Da Redação
Neste domingo (6), a partir das 9h, o Paço Municipal de Santo André (Praça IV Centenário, s/nº) sedia a 9ª edição do Cãominhada, evento que deve reunir cerca de 7 mil pessoas, entre donos de animais de estimação e apaixonados por pets. A iniciativa é promovida pela Associação Comercial e Industrial de Santo André (Acisa) e o Colégio Singular, por meio da Equipe Singulariana de Proteção aos Animais (ESPA).  
Evento deve reunir 7 mil pessoas | Foto: Divulgação  
Além da tradicional caminhada com os animais e o público, na ocasião, haverá diversas atrações gratuitas, como orientações veterinárias e posse responsável, apresentações de cães policiais, vacinação contra raiva e espaço para adoção de animais. 
No dia, quem quiser colaborar com as ONGs e protetores de animais do ABC, poderá doar um quilo de ração.


Sistema Anchieta-Imigrantes ganha câmeras de segurança

Da Redação


O Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) ganhou 16 novas câmeras, que têm como objetivo aprimorar ainda mais a segurança pública nas vias que ligam a Região Metropolitana de São Paulo ao litoral. Nesta terça-feira (1º), foi realizada a apresentação do novo sistema, que já está em funcionamento e foi idealizado para ser mais uma arma do policiamento rodoviário na atuação em segurança pública.  

Câmeras auxiliarão o trabalho da polícia | Foto: Divulgação 
A apresentação contou com presença do secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, e de outras autoridades. “Essas 16 câmeras passam a ter uma atividade de segurança pública, é uma parceria extremamente frutífera, e eu tenho certeza absoluta que vai auxiliar, e muito, o policiamento na rodovia, e também a Polícia Civil na investigação de crimes cometidos ao longo do Sistema Anchieta-Imigrantes”, diz o secretário. 

Durante a demonstração, o diretor da Ecovias Rui Klein, responsável pela implantação do sistema, afirmou que o projeto tem o objetivo de atuar na prevenção de eventos, crimes e problemas ligados a rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes.

As câmeras possuem dispositivo infravermelho e têm recursos de aproximação de longo alcance, além de um software que faz a identificação e alerta de movimentos e pessoas suspeitas nas rodovias, acostamentos e nos entornos do sistema.



terça-feira, 1 de novembro de 2016

Semasa faz manutenção em galeria pluvial

O Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (Semasa) realizará manutenção num trecho de, aproximadamente, 10 metros de uma antiga galeria de águas pluviais localizada na Avenida Industrial, na esquina com Avenida da Paz, divisa com São Caetano do Sul, entre os dias 2 e 6 de novembro. 

Para realizar o serviço, será necessária a interdição parcial da avenida e o retorno ficará fechado no sentido São Caetano do Sul. A interdição e os desvios no trânsito serão realizados com o acompanhamento da SATrans e do Departamento de Engenharia de Tráfego (DET).



Morando é eleito em São Bernardo do Campo

Da Redação

O deputa estadual Orlando Morando (PSDB) venceu o deputado estadual Alex Manente (PPS) no segundo turno e assumirá a Prefeitura de São Bernardo do Campo em 1° de janeiro de 2017. O tucano obteve a preferência de 59,94% dos eleitores (213.661 votos) contra 40,06% de Manente (142.817 adesões). 
Morando, 42 anos, assumirá a Prefeitura da cidade | Foto: Ricardo Cassin/Divulgação

Aos 42 anos, esta foi a segunda tentativa de Morando de comandar a cidade – na primeira, em 2008, o deputado foi derrotado pelo atual prefeito, Luiz Marinho (PT). Durante a comemoração do resultado, no comitê central na Avenida Faria Lima, o prefeito eleito lembrou deste fato e ressaltou: “Este grito de vitória estava entalado em minha garganta há 8 anos”.

Sobre o governo, o tucano afirmou que está “confiante” e que a população espera por mudanças. “Vamos retomar o crescimento econômico e a geração de empregos e fazer com que a nossa cidade volte a ser a terra das oportunidades”, projeta. 

Transição 

O atual prefeito informou que receberá o candidato vencedor na próxima terça-feira (8) para iniciar o processo de transição de governos. Marinho demonstra intenção em realizar uma transição “exemplar”. “Uma boa transição é o melhor para a cidade e para todos”, afirma.



Santo André conquista o Paulista de Basquete Feminino

Da Redação

Com hiato de cinco anos, a equipe Santo André/Apaba conquistou o título de campeã paulista de basquete feminino 2016  no último domingo (30), ao derrotar, em casa, o Top Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Secredi/Presidente Venceslau, por 62 a 53. A terceira partida, da série melhor de três do playoff final, ocorreu no ginásio principal do Complexo Esportivo Pedro Dell`Antonia, na Vila América, em Santo André, que reuniu torcedores para empurrar o time comandado pela técnica Ariza Coraça. 

Equipe venceu o Presidente Venceslau por 62 a 53 | Foto: Kiko Rossi/FPB
Com a vitória, Santo André/Apaba fechou a disputa com duas vitórias e uma derrota – perdeu para Presidente Venceslau na casa do adversário na última quarta-feira (26) e venceu também no último sábado (29). “As meninas superaram muitas dificuldades e adversidades para conquistar esse importante título para a cidade de Santo André”, afirma Arilza, emocionada, que chegou a sua primeira conquista como treinadora principal da equipe adulta feminina.

Até abril do ano passado, o grupo era dirigido por Lais Elena Aranha Silva, que ficou 32 anos à frente do basquetebol feminino adulto de Santo André e é um dos nomes mais respeitados da modalidade no País. O último título paulista da equipe andreense foi conquistado em 2011, fora o de 1995. No ano passado, o time andreense bateu no aro e sagrou-se vice-campeão de Americana (SP).   

Destaques 
Os destaques da equipe de Arilza Coraça na decisiva partida foram Silvia Rocha, a Silvinha (17 pontos, oito rebotes, cinco assistências, duas bolas recuperadas e um bloqueio); Thaissa Frediani (13 pontos, cinco rebotes, duas assistências e uma bola recuperada) e Tássia Carcavalli (13 pontos, dois rebotes, três assistências e um bloqueio). Do lado do time visitante comandado pelo técnico Flavio Prado, a principal jogadora foi a lateral Karen Rocha, irmã da pivô de Santo André, que fez 16 pontos, dois rebotes, cinco assistências, uma bola recuperada e um bloqueio.



Walmart abre mil vagas temporárias

Da Redação

Para atender o aumento da movimentação nas lojas no final do ano, o Walmart Brasil abre mil vagas temporárias.  Os cargos disponíveis são para operador de caixa, repositor, açougueiro, auxiliar de perecíveis, auxiliar de limpeza e empacotador. As oportunidades são para as lojas do Walmart de todo o Brasil (Big, Walmart, Nacional e Sam’s Club). As inscrições vão até 25 de novembro. 

Para as vagas de operador de caixa e repositor, os candidatos precisam ser maiores de 18 anos, possuir ensino médio completo e não é necessária experiência na função.  Para açougueiros, auxiliar de perecíveis e auxiliar de limpeza, necessário experiência de 6 meses na função, maiores de 18 anos e preferencialmente ensino médio completo. Para empacotador, a idade mínima para participar do processo de seleção é 16 anos  e é necessário ter ensino fundamental completo. 

Todas as vagas também estão abertas para Pessoas com Deficiência (PCDs). O Walmart incentiva um ambiente profissional que valoriza as diferenças, sejam elas físicas, étnicas, culturais, de idade e orientação sexual, além de oferecer todas as suas vagas de trabalho, sem restrição, à candidatura de pessoas com deficiência. Inscrições por aqui. Informações pelo telefone: 0800 2016 746.