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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Inscrições abertas no CIEE para estágios em órgãos e entidades do governo

Redação

Nesta semana, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e o Governo do Estado de São Paulo abriram o período de inscrições para o processo seletivo de estagiários de nível médio, técnico e superior. Ao todo, são 862 vagas em órgãos e entidades estaduais, envolvendo todas as unidades do CIEE em São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo portal CIEE, até as 23h59 de 13 de outubro.

Ao todo, são 862 vagas em órgãos e entidades estaduais | Foto: Freepik

Os valores de bolsa-auxílio variam de R$ 300 a R$ 1.800, com jornada variando entre quatro a seis horas, seguindo as especificidades de cada vaga. Os contratos de estágio terão duração de 12 meses e podem ser prorrogados pelo período máximo de 24 meses.

Já o processo seletivo é composto de uma única fase, com aplicação de prova objetiva, para avaliação de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais. Mais informações podem ser obtidas no edital, disponível também no portal CIEE.

Atualmente, há aproximadamente 4,6 mil estudantes atuando nas secretarias e autarquias do Estado, na capital e municípios do interior.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Reprovação de Bolsonaro sobe para 38%, aponta pesquisa Datafolha

Redação com Reuters


A reprovação ao presidente Jair Bolsonaro subiu de 33% para 38%, em agosto, na comparação com julho. Já a aprovação passou para 29% de 33%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2).

A reprovação ao presidente Bolsonaro aumentou, principalmente, na região Nordeste | Foto: Antonio Cruz/ABr

Porém, aqueles que avaliam o governo Bolsonaro como regular ficou estável, passando de 31% para 30%, segundo o levantamento realizado com 2.878 pessoas em 175 municípios. A pesquisa, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Bolsonaro viu sua reprovação aumentar principalmente na região Nordeste, onde aqueles que consideram seu governo ruim ou péssimo foram a 52% em agosto ante 41% em julho. No fim de julho, Bolsonaro chamou governadores nordestinos de “paraíbas” quando achava que não estava sendo gravado.

O aumento da rejeição do presidente também ocorre após as queimadas na Amazônia, que geraram forte pressão internacional sobre o Brasil. Pesquisa Datafolha divulgada no domingo mostrou grande rejeição à condução de Bolsonaro no quesito, com 51% dos entrevistados a considerando ruim ou péssima.

Entre outras medidas polêmicas dos últimos meses, o presidente anunciou que pretende indicar o filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada em Washington e entrou em desacordo com o ministro da Justiça, Sergio Moro.

O presidente também sofreu perda de apoio entre os mais ricos, aqueles com renda mensal acima de 10 salários mínimos, de acordo com o levantamento. Neste segmento, a aprovação caiu para 37% em agosto ante 52% em julho.

Também aumentou a rejeição ao comportamento de Bolsonaro. Para 32%, o presidente não se comporta de forma adequada para o cargo em nenhuma ocasião, uma alta de 7 pontos em relação a julho.


sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Salário mínimo deve ser de R$ 1.039 em 2020

Redação com ABr

O salário mínimo proposto pelo governo federal para o ano que vem é de R$ 1.039. O valor consta no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2020, que foi enviado nesta sexta-feira (30) para análise do Congresso Nacional, juntamente com o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual (PPA) da União, para o período de 2020 a 2023.

Valor do salário mínimo consta no projeto de lei orçamentária enviado hoje (30) ao Congresso | Foto: Marcello Casal/ABr

Durante coletiva de apresentação do Orçamento 2020, o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, comentou o valor. "Esse valor é exatamente o número de 2019 corrigido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Não é nossa política de salário mínimo. Temos até o fim do ano para estabelecer nossa política de salário mínimo", afirma.

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos no País). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período, porque o PIB do País, em 2015 e 2017, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

O valor previsto agora está abaixo da última projeção, anunciada em abril, que indicou um salário mínimo de R$ 1.040. A revisão para baixo está relacionada à correção do valor do salário mínimo de 2020 ser corrigido pela inflação desse ano, medida INPC, que registrou queda nos últimos meses (de 4,19% para 4,09%).

Mesmo com a ligeira redução, o salário mínimo do ano que vem vai ultrapassará a faixa R$ 1 mil pela primeira vez na história. O reajuste representa uma alta de um pouco mais de 4%, em relação ao valor atual (R$ 998).

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Bolsonaro: 100 dias de governo

Da Redação com ABr

O presidente Jair Bolsonaro comanda nesta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, uma solenidade para marcar os 100 primeiros dias de governo. O evento contará com a presença de ministros, diversas autoridades e parlamentares. Segundo o presidente, o governo conseguiu cumprir, em pouco mais de três meses, cerca de 95% das metas estabelecidas para o período.

Bolsonaro deve assinar nesta quinta (11) pagamento de um 13º benefício do Bolsa Família | Foto: Antonio Cruz/ABr
Dois dos projetos mais importantes estregues no período são representativos das bandeiras anunciadas pelo governo ainda durante o período de transição: a proposta de reforma da Previdência e o pacote anticrime. As duas medidas, no entanto, precisam ser aprovados pelo Congresso Nacional.
Medida econômica mais aguardada pelo setor empresarial e o mercado financeiro, a proposta de emenda constitucional da reforma da Previdência foi entregue em 20 de fevereiro, com fortes críticas da oposição.

No mês seguinte, o governo enviou as alterações no sistema de pensão dos militares, que inclui também uma reestruturação da carreira nas Forças Armadas. Os projetos devem tramitar de forma paralela no Congresso Nacional.

Segurança
Outra bandeira do governo Bolsonaro, o projeto de lei batizado de "anticrime", elaborado pela equipe do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, foi entregue em 19 de fevereiro.

As medidas, que incluem alterações em 14 leis, como o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral, buscam formas de endurecer o combate a crimes violentos, como o homicídio e o latrocínio, e também contra a corrupção e organizações criminosas.

Assinado em 15 de janeiro, Bolsonaro editou decreto flexibilizando a posse de armas de fogo no país, uma das principais propostas de campanha. Com a medida, os critérios para registro e posse de armas ficam mais objetivos e, na prática, qualquer cidadão de 25 anos ou mais, sem antecedentes criminais e com emprego e residência fixa, poderá ter em sua posse até quatro armas de fogo.

Em andamento
Algumas das metas programadas para os 100 dias estão em andamento. É o caso, por exemplo, da tentativa do governo federal de viabilizar o leilão de cessão onerosa. A cessão onerosa trata de um contrato firmado em 2010, em que o governo cedeu parte da área do pré-sal para a Petrobras, que teve o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo. Com a descoberta de volume maior de petróleo na área, o governo irá vender o excedente.

O governo federal negocia a redução tarifária no âmbito do Mercosul (Brasil, Argentina, Urugaui, Paraguai e Venezuela, que está suspensa do bloco). A medida era prevista para os primeiros 100 dias, mas como depende de negociação com as demais nações, ainda não saiu do papel.

Também em fase de andamento está a articulação para instituir o Comitê Interministerial de Combate à Corrupção do Governo Federal, que visa a conduzir essa política na administração pública.
Há ainda a meta de implementar a autonomia do Banco Central, prevista para a primeira fase do mandato.

Redução de ministérios
Com a promessa de enxugar a máquina pública, o governo Bolsonaro conseguiu reduzir de 29 para 22 o número de ministérios. A meta inicial era ter entre 15 e 17 pastas.

Houve um processo de reestruturação administrativa que, além de fundir ministérios, realocou órgãos de segundo escalão. O governo ainda prometeu aprovar o projeto de autonomia do Banco Central, que deixaria de ser contado como ministério, além de alterar o status da Advocacia-Geral da União. Se isso ocorrer, o governo reduzirá mais duas pastas e ficará com um total de 20 ministérios.

"Revogaço"
Em anúncio desta semana, o governo confirmou a revogação de 250 decretos normativos ainda vigentes, mas que perderam o efeito ao longo do tempo.

A medida alcança normas de 15 ministérios e foi resultado de um estudo que analisou mais de 27 mil decretos editados desde 1889, primeiro ano da República, até os atos mais recentes, deste ano.
A medida está sendo chamada de "revogaço" e precisa ser oficializada no Diário Oficial da União, por meio de um decreto presencial, o que deve ocorrer na cerimônia de hoje.

Critérios para cargos
Em março, o governo estabeleceu decreto regulamentando critérios, perfil profissional e procedimentos gerais para a ocupação de cargos em comissão e funções comissionadas na administração federal direta, incluindo autarquias e fundações.

A medida atinge os mais de 24,5 mil cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores (DAS) e das Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE) e vale desde o dia 1º de janeiro.

Ocupantes de cargos que não se encaixarem nos critérios poderão ser exonerados. Entres os pré-requisitos exigidos para a ocupação dos cargos e funções estão idoneidade moral e reputação ilibada; perfil profissional ou formação acadêmica compatível; e não estar impedido de acordo com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 64/1990).     

Bolsa Família
Promessa de campanha do então candidato Bolsonaro, o pagamento de um 13º benefício do Bolsa Família deve ser assinado na solenidade desta quinta-feira.

O custo total com o pagamento extra do benefício de combate à miséria será de R$ 2,5 bilhões, como já havia estimado o ministro da Cidadania, Osmar Terra. O Bolsa Família é pago a quase 14 milhões de famílias pobres do País.

Leilões e concessões
Nos primeiros 100 dias, o governo conseguiu concluir um total de 23 leilões de portos, aeroportos e ferrovia. No total, foram arrecadados mais de R$ 7 bilhões com as concessões para a iniciativa privada. Essa era uma das metas anunciadas para o período.

Ensino a distância
Outra meta estabelecida para os primeiros 100 dias, a medida provisória (MP) para regular o ensino domiciliar de crianças e adolescentes, conhecido como homeschooling, ainda deverá ser enviada ao Congresso Nacional, segundo a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Agenda internacional
A estreia internacional de Bolsonaro como presidente foi no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, no fim do mês de janeiro, onde falou a empresários e chefes de Estado sobre abertura do país para novos investimentos.[

Nos primeiros 100 dias, Jair Bolsonaro já cumpriu agenda de Estado em outros três países: Estados Unidos, Chile e Israel.

Em Israel, o presidente anunciou parcerias nas áreas de defesa, ciência, tecnologia e comércio. A visita gerou tensões com os países islâmicos, grandes parceiros comerciais do Brasil no agronegócio. Por isso, ontem (10), Bolsonaro participou de um jantar com embaixadores de países islâmicos na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília.

Na viagem oficial aos Estados Unidos, Bolsonaro se reuniu com o presidente norte-americano, Donald Trump, que afirmou que o Brasil seria designado principal aliado fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O norte-americano também disse apoiar o desejo do Brasil de integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Na mesma viagem, os governos dos dois países assinaram o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) para uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão.
Outra medida anunciada pelo presidente em sua visita aos EUA foi a edição de um decreto dispensando o visto de entrada no Brasil para canadenses, australianos, japoneses e norte-americanos. A medida visa, principalmente, a atrair turistas dessas regiões para o Brasil.

No Chile, onde esteve no fim de março, Bolsonaro participou da Cúpula Presidencial de Integração Sul-Americana. Além do líder brasileiro, participaram do encontro os presidentes da Argentina, do Peru, da Colômbia, do Paraguai, Equador e Chile.

Na ocasião, foi lançado o Prosul, nova comunidade de países latino-americanos que deverá substituir a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O Prosul será formado por 12 países. Bolsonaro e o presidente chileno, Sebástian Piñera, também assinaram acordos de cooperação para impulsionar a relação comercial entre os dois países.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Ford é tema de encontro entre prefeito Orlando Morando e secretário Carlos da Costa

Da Redação

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, pautou oficialmente o assunto da Ford com o governo federal, nesta  última terça-feira (26/02). A reunião foi com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos da Costa, que estava em agenda oficial no Palácio dos Bandeirantes, na Capital paulista.

Morando busca reverter situação da Ford | Foto: Gabriel Inamine/PMSBC
No teor, o prefeito destacou sua indignação com o corpo diretivo da montadora, que na semana passada comunicou o fechamento da fábrica na cidade, por meio de nota e sem apresentar ou dialogar plano de desmobilização – situação que atinge os 3 mil funcionários. O secretário garantiu o compromisso de uma audiência com os representantes da Ford.

“Foi de extrema importância este retorno do secretário, entendendo toda a gravidade em torno do cenário. Enquanto houver condições de brigar e abrir mecanismos para reverter esta situação imposta aos trabalhadores, vamos buscar”, ressalta Morando.

Desde a emissão do comunicado da Ford, a Prefeitura de São Bernardo tem se mobilizado para impedir o fechamento da fábrica, pautando iniciativas que abram o diálogo e se efetivem medidas em favor da manutenção dos empregos.

“Agradeço o manifesto do prefeito. Nós (governo federal) temos o compromisso com o emprego, manter, gerar e crescer mais a economia, abrindo mais postos de trabalho com qualidade. Eventualmente uma empresa pode enfrentar dificuldades, tomar suas decisões de economia de mercado. Respeitamos. No entanto, precisa ser feito com responsabilidade. Vamos marcar uma reunião, além dos estudos que já temos feito”, afirma Costa.

Estiverem presentes também na reunião o secretário de Finanças do município, José Luiz Gavinelli, e do assessor especial de gabinete, Fernando Longo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Grana e Serra reúnem-se e iniciam transição

Da Redação

O prefeito de Santo André, Carlos Grana, recebeu na última terça-feira (8), em seu gabinete, o prefeito eleito, Paulo Serra, para iniciar a transição de governo. O objetivo é que o processo se encerre dia 15 de dezembro.

Grana frisou que a reunião foi “produtiva e respeitosa” e que está a disposição para realizar a transição. “A eleição terminou dia 30, portanto, agora nos cabe criar as melhores condições para a nova administração assumir. Com a responsabilidade de não ter interrupção de serviços”, destaca.

Reunião ocorreu ontem (8) no gabinete do prefeito | Foto: Anderson Pedro/PSA
O futuro prefeito ressaltou que a “palavra de ordem é transparência” e avaliou positivamente a reunião. “Protocolamos alguns documentos requerendo informações de contratos em andamentos, convênios, principalmente em relação aos serviços essenciais para que as atividades contínuas não sejam interrompidas e a cidade não pare”, disse.


Participaram da reunião, além de Grana e Serra, os membros de suas respectivas equipes. A equipe do atual prefeito é composta pelo Arlindo José de Lima (secretário de Governo), Alberto Alves de Souza (de Finanças e Orçamento), Antonio Leite (de Administração) e pela Mylene Gambale (secretária de Assuntos Jurídicos). Já a equipe de Paulo Serra conta com Leandro Petrin, Ana Claudia Cebrian Leite e Ajan Marques de Oliveira.