sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Reitor confirma presença na audiência pública sobre bolsas na USCS

Da Redação 

A Audiência Pública marcada para a próxima quarta-feira (31) pelo vereador Professor Jander Lira (PP) para discutir a questão das bolsas de estudos na Universidade de São Caetano do Sul (USCS) tem a presença confirmada do reitor da instituição, Sidnei Bassi.

Vereador Jander Lira marcou audiência pública para a próxima quarta-feira (31)| Foto: Divulgação

Na avaliação do vereador, diante de inúmeras reclamações de alunos que perderam a bolsa de estudos nesse ano, é importante um posicionamento oficial da direção da USCS para a população entender o problema e, por outro lado, a direção da USCS compreender toda questão problemática de quem não tem condições de financiar os estudos e, por isso, era contemplado até recentemente com uma bolsa de estudos.

A audiência pública ocorrerá na Câmara Municipal de São Caetano do Sul, com a presença da direção da USCS. Jander informa que quem indica o reitor da universidade é o prefeito e que ele continua no cargo desde a administração passada, sendo que naquela época foram concedidas 1,2 mil bolsas para munícipes de São Caetano do Sul.

“Se o reitor é o mesmo, só mudou o prefeito, então por que houve essa redução para apenas 200 bolsas de estudos concedidas nesse ano?”, pergunta, que lembrou que o atual prefeito, em sua campanha eleitoral, prometeu ampliar a quantidade de bolsas de estudos para moradores da cidade poderem estudar na USCS.



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Por que voto nulo

Por Gilberto Natalini*

O segundo turno da eleição presidencial de 2018 não tem precedentes. Pode significar o fim da Era Lula da Silva/Dilma Rousseff/Michel Temer (2003 – 2018), marcada pela corrupção, e ao mesmo tempo trazer sérios riscos de retrocesso à democracia e à ampla liberdade, garantias que permitem expressar opiniões e criticar o presidente da República, por exemplo, sem medo de sofrer retaliações.

Por traz da fala mansa do candidato Haddad, espécie de laranja de Lula da Silva, os velhos caciques do PT estão dispostos a pôr em prática uma receita que o Brasil conhece bem e está farto – responsável por 13 milhões de desempregados e outros 62 mil assassinatos por ano. Representante do presidiário de Curitiba, Haddad manteria a fórmula surrada de alianças com o chamado Centrão e a distribuição de cargos estratégicos, por meio dos quais os políticos continuariam a roubar os recursos que deveriam financiar o desenvolvimento do país. Voltariam todos a se organizar para assaltar o Estado. A eleição de Haddad seria mais do mesmo.

Já o candidato Bolsonaro é um salto no escuro. Isolado, sem alianças, o ex-capitão do Exército, um deputado inexpressivo, mostra seu despreparo ao fugir dos debates. Quase não tem o que dizer. Esconde-se, protegido pelas redes sociais e seu exército de disseminadores de fake news. Além disso, Bolsonaro instiga ódio, violência, intolerância e é capaz de idolatrar sujeitos como o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, um assassino que prestou "serviços" ao regime militar (1964 – 1985). E não adianta defendê-lo – eu sou uma de suas vítimas, prova viva de que Ustra torturava pessoas sequestradas e presas ilegalmente nos porões da ditadura. Torturou-me em 1972. Fiquei com deficiência auditiva permanente.

O Brasil está encalacrado. Candidato do sistema, Haddad não teria alternativa a não ser baixar a cabeça e dar guarida aos privilégios que fazem do Brasil um país injusto, desigual e subdesenvolvido. Não passaria de marionete, uma Dilma Rousseff sem saias, dependente do apoio político do chefe e, por isso mesmo, pronto a obedecê-lo, mesmo que as ordens agora venham da cadeia.

Por sua vez, Bolsonaro está longe de possuir as credenciais e qualidades de um chefe de estado, como o Brasil tanto precisa. Após 50 anos de luta pela democracia, constrangido e ciente da reação emotiva do eleitorado contra os malfeitos perpetrados pelo PT, tomei minha decisão: voto nulo.

Não tenho dúvidas de que chegamos a essa difícil quadra da vida política brasileira graças às lambanças promovidas pelos governos do PT. Agora, independentemente do resultado final da eleição, caberá às forças democráticas a firme defesa das instituições e das conquistas sociais, ameaçadas por duas candidaturas extremas que, por ironia, se tornam semelhantes em seus radicalismos. Nós, democratas, não deixaremos o Brasil retroceder para uma ditadura, seja de esquerda ou de direita.

*Gilberto Natalini, 66, vereador (PV-SP), foi secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo



Brasil e totalitarismo

*Leonardo Torres

A palavra das últimas semanas foi violência. Os jornais estão noticiando agressões por todo o Brasil. Nas redes sociais, vídeos estão sendo divulgados registrando discussões, brigas, espancamentos e mortes. O país que sempre se vangloriou de sua cordialidade, diversidade, alegria e amor, tornou-se o país do ódio e da violência.

De que lado o ódio está? Da esquerda ou da direita? Exclusivamente, de nenhum dos dois. O ódio está do lado do totalitarismo. Infelizmente, a motivação da facada que fez de vítima Jair Bolsonaro foi a mesma motivação que matou um mestre de capoeira, em Salvador.

O ódio, nesses últimos anos, tem sido gestado na alma do brasileiro, sendo alimentado pela angústia de um país cindido, de direitos perdidos, de educação e saúde precárias, de corrupção generalizada e de uma mídia que mais confunde do que informa. Tudo isso gerou, sem dúvidas, uma crise plural: social, política, mental, ambiental, etc.. Crise essa que é muito similar ao período alemão que precedeu o nazismo. Na história, vimos que o ódio, seja de qualquer povo, quando gestado, tem que escapar de alguma forma. E, na maioria das vezes, os povos elegem a forma mais primitiva e sombria para esse escape: a violência.

Hannah Arendt, grande estudiosa do totalitarismo, aponta que o embrião desse movimento é o isolamento dos indivíduos, ou seja, deixar todos contra todos – de fato, cindir a população. E então, fazer o povo crer em uma bipolaridade do que é verdadeiro e do que é falso. Do que é real e do que é irreal. De quem é o herói e de quem é o inimigo. Essa dinâmica, muito recorrente em nossos antepassados, não é algo difícil de ser aderida pela população, pois ela é simples, não é preciso pensar muito, nem estudar, nem se aprofundar. É algo dado. E parece ser mais atual do que nunca em nosso país.

No Brasil, existe a dinâmica "pai-herói contra o mal". Somos um país que possui a alma do órfão ferido. Não temos um fundador ou herói da nação na História, tentaram enxergar o pai-herói em Tiradentes, em Vargas, nos militares, em Collor, em Lula, em Moro (pediram até que ele se candidatasse) e, agora, em Jair Bolsonaro. Curiosamente, não é à toa o número de filhos que não tem o nome do pai em suas certidões de nascimento.

Nessa polarização, considerar um como pai-herói é imputar no outro todo o mal existente. Essa é a dinâmica do bode expiatório, estudada por Rene Girard, cuja finalidade é a contenção das tensões sociais pelo derramamento de sangue, pela violência. Portanto, é necessário ponderar a exaltação de um ou outro candidato, principalmente quando ele promete resolver os problemas de forma rápida e prática.

Nossa recente pesquisa sobre contágio psíquico demonstra que uma parte da comunicação humana não se dá somente pela linguagem, mas também pelas emoções, sejam benéficas ou maléficas. E, assim como a comunicação, o contágio psíquico é um dos formadores dos pensamentos e julgamentos de uma sociedade. O ódio é uma emoção, portanto, é contagioso. Ele não passa pelo crivo da racionalidade, ele está aquém dela. Ele é irracional e inconsciente, e isso dá as bases para o isolamento e para a bipolaridade vividos hoje. De certa forma, o ódio está na alma.

Apesar de termos percebido agora, é responsabilidade nossa tudo o que está sendo gestado em nossas almas, consciente ou inconscientemente. Resta-nos escolher se vamos ou não nos contagiar por essas emoções.

*Leonardo Torres, 28 anos, doutorando e mestre em Comunicação e Cultura Midiática, palestrante e professor universitário.


terça-feira, 23 de outubro de 2018

Santo André não terá aumento no IPTU em 2019

Por Vitor Lima

O prefeito de Santo André, Paulo Serra, esteve na Câmara Municipal hoje (23) para protocolar o projeto referente à cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2019. Em breve pronunciamento aos vereadores e munícipes presentes no plenário, Serra adiantou o teor da matéria e garantiu que não haverá mudanças no tributo – o único reajuste se dará de acordo com a inflação oficial do País.

Havia a expectativa de que o texto contemplaria a atualização da Planta Genérica de Valores (PGV), que não é alterada desde 2002. A PGV é o documento fiscal da cidade, isto é, o que determina o valor venal dos mais de 200 mil imóveis do município – com base do valor venal é que se determina o quanto deve ser cobrado de imposto de cada propriedade.

Prefeito esteve na Câmara para apresentar projeto | Foto: VL
"Ouvindo a Câmara, a cidade de uma forma geral, a gente decidiu determinar que, em 2019, o IPTU não terá aumento".

Durante o primeiro ano de governo, o prefeito defendia a atualização do cadastro constantemente. Em conversa com os jornalistas, Serra admitiu que o cadastro é “ultrapassado, antigo e que realmente atrapalha o desenvolvimento da cidade”. Mesmo assim, o prefeito afirmou que não irá alterar a PGV em seu mandato.

“O remédio, quando a gente erra na dose, se torna veneno. A gente quer que o remédio seja a cura para um mal que a cidade tem”, justificou.

Assim, o chefe do Executivo se blinda dos efeitos políticos negativos da medida. Vale lembrar que, em 2017, o Executivo enviou projeto ao Legislativo sobre o assunto. O texto foi aprovado, mas a atualizaçã na PGV gerou diversos erros e distorções nos valores contidos nos boletos. Os excessivos aumentos revoltaram a população, que se mobilizou para pedir a revogação da medida. Após muita pressão popular, dos vereadores e de setores organizados da sociedade civil, Serra se viu acuado e foi obrigado a recuar e cancelar o projeto.

De acordo com informações cedidas pelo próprio prefeito, estima-se que a atualização na PGV geraria um aumento de, aproximadamente, R$ 150 milhões na arrecadação da cidade.

A não entrada deste valor nos cofres municipais é compensada, na visão de Serra, pelas medidas de redução de gastos adotadas pelo Executivo e pelo aumento na arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) em Santo André. De acordo com ele, esses itens geraram cerca de R$ 90 milhões ao município, 60% do valor que seria arrecadado com a atualização.

O índice de inadimplência neste ano em relação ao tributo foi de pouco mais de 20%. Mesmo assim, a arrecadação de IPTU prevista para 2019 é de R$ 360 milhões. “Santo André está pronta para crescer. O nosso diagnóstico é muito realista, mas as soluções são otimistas. Devemos ter 2019 de muita entrega, muito trabalho, para tirar do papel uma enormidade do plano de governo”, projeta o prefeito.


Aluna de Santo André vence desafio culinário e ganha curso na Itália

Da Redação

Com um fettuccine ao ragu de linguiça suína flambado na cachaça, a estudante Mariane Fausto Felix venceu nesta segunda (22) o desafio culinário Uma massa criativa dentro da tradição italiana. A disputa foi realizada entre alunos do curso técnico de Cozinha das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) no laboratório da unidade Santa Efigênia, na Capital. Mariane, que estuda na Etec Julio de Mesquita, de Santo André, ganhou uma bolsa de estudos no Italian Institute for Foreigners (ICIF), em Piemonte, na Itália. O embarque deve ocorrer em outubro de 2019.

“Em casa sempre comemos linguiça com abóbora, então, coloquei esses ingredientes na receita. A cachaça dá o diferencial”, conta a estudante. “Acredito que (a viagem à Itália) será uma experiência única, que vai me agregar conhecimento e cultura.” A jovem está no segundo semestre do curso técnico e pretende seguir carreira na gastronomia. Mariane é formada  em Relações Internacionais, mas percebeu que sua verdadeira paixão está nas panelas.

Mariane preparou um fettuccine com ragu de linguiça flambado na cachaça | Foto: Divulgação
Outros cinco estudantes participaram da final com receitas que transitaram entre o clássico italiano e a cozinha brasileira. Ana Caroline Alexandre da Silva, da Etec Camargo Aranha, ficou em segundo lugar com uma receita usando molho de beterraba e quiabo defumado e terá a oportunidade de estudar culinária italiana no ICIF do Brasil. Mais de 30 estudantes se inscreveram para a competição. A competição teve o apoio da Colavita.

Rumo à Itália

Mariane é a segunda aluna do Centro Paula Souza premiada com bolsa de estudos para estudar no ICIF italiano. Thayna Cruz, autora da melhor receita de risotos em um desafio no ano passado, embarcou em outubro e está estudando no Costigliole d’Asti, sede da instituição italiana, com todas as despesas pagas. Em novembro, ela inicia estágio em restaurante da região.

Conheça a receita vencedora de 2018:

Fettuccine ao Ragu de Linguiça Suína flambado na cachaça

Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 40 minutos

Ingredientes:

Macarrão fettuccine Colavita a nido – 340g

Azeite – 50 ml

Linguiça suína – 400g

Cachaça branca – 50 ml

Cebola – 150g

Alho poró – 50g

Abóbora cabotiá = 100g

Alho – 60g

Molho de tomate pelado – 480g

Sal – 1g

Pimenta preta moída – 1g

Noz moscada – 1g

Tomilho (1 ramo) – 3g

Alecrim  (1 ramo) – 3g

Manjericão (1 ramo e folhas soltas) – 5g

Queijo parmesão ralado – 120g

 Modo de preparo:

Tire a tripa da linguiça e corte a carne em pedaços pequenos. Em uma frigideira quente, coloque um fio de azeite e doure bem a linguiça. Acrescente uma dose de cachaça para deglaçar a panela e flambe.

Quando o álcool evaporar, adicione a cebola, o alho, a abóbora e o alho poró picados. Salteie, mexendo ocasionalmente, por cerca de cinco minutos. Adicione o molho de tomate pelado.

Acrescente as ervas (tomilho, alecrim e manjericão) em buquê garni.

Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos ou até os tomates desmancharem. Caso seja necessário, coloque um pouco de água para não secar o molho.

Cozinhe o fettuccine em uma panela com 4 litros de água fervente com sal até ficar al dente. Tire o buquê do molho, tempere com sal e pimenta a gosto. Junte a massa ao molho.

Retire do fogo para servir em quatro pratos. Sirva com queijo parmesão ralado fresco e folhas de manjericão.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Alternativas de solução de conflito e a cultura do litígio

Por Andréa Tartuce*

Concordar e discordar são verbos muito presentes no nosso cotidiano, o que não é desagradável de modo geral. Entretanto, se não acompanhados por algumas capacidades, como flexibilidade e senso crítico, o desejo por litigância se manifesta e inspira pedido de “socorro” ao Estado.

Muitos pedidos são encaminhados ao Judiciário diariamente e a demanda volumosa enseja um congestionamento quase que infindável, até porque é humanamente impossível os servidores públicos cumprirem efetivamente o princípio da celeridade diante de uma demanda tão intensa. Esta situação decorre da cultura do litígio, ou seja, aquela ideia ilusória de que só se soluciona um conflito quando este estiver judicializado.
Foto: Divulgação

Mas os dados do Relatório Justiça em Números revelam que, anualmente, essa cultura belicosa é ineficiente, sendo primordial considerar as formas alternativas de solução de conflito, as quais auxiliam a cultuar o diálogo, afastando-se, assim, o espírito de batalha que reina entre a sociedade.

O Código de Processo Civil de 2015 trouxe diversas inovações de grande valor para o tema, com forte incentivo aos meios alternativos para a solução de conflito, como se observa no art. 3º, §3º, a Mediação e a Conciliação como métodos a serem estimulados por juízes e advogados, por exemplo. No §1º do mesmo art., está prevista a Arbitragem, outro meio alternativo já regulamentado pela Lei Nº 9.307, de 23 de Setembro de 1996.

A legislação, então, tem feito sua parte. E o advogado, que representa uma autoridade diante de seu cliente, precisa atualizar seu perfil profissional e apresentar a ele os referidos métodos amigáveis desde o primeiro contato.

Vale lembrar que o advogado é ESSENCIAL e INDISPENSÁVEL para a solução de qualquer conflito, pois o cargo, o conhecimento, o peso da OAB (uma das instituições com maior prestígio e aprovação social), lhe conferem o poder de guiar seu cliente no caminho que julgar adequado.

Se a referida autoridade for exercida de forma belicosa, o advogado terá um cliente disposto a litigar até o fim, mesmo que não se resolva o problema, ou se resolva com tal demora, perdendo o sentido do pleito.

Já com um espírito Conciliador e Mediador, pode-se chegar a resultados bem mais eficazes, no famoso esquema “ganha-ganha”. Nem sempre é uma questão de justiça, mas sim de viabilidade. Buscar o bom acordo pode, em última instância, significar vantagem para todas as partes, inclusive para o advogado, que receberá de forma célere e terá a oportunidade de alcançar mais clientes.

No final, andamos tanto e voltamos à sabedoria dos mais antigos, onde se dizia com voz mansa naquela conversa de cozinha: “Calma, pensa melhor. Às vezes um bom acordo vale ouro”.


*Andréa Tartuce é advogada, psicopedagoga, mestranda em Direito Acadêmico (Linha "Justiça e o Paradigma da Eficiência"), especialista em Direito Público Global, coordenadora da ESA-Santo André e secretária-geral da OAB Santo André para o triênio 2016-2018.



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Banda Maskavo é um dos destaques culturais no USCS Day

Da Redação

Amanhã (20), a Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) recebe as bandas Maskavo, Circuladô de Fulô e Contexto, a partir das 17h, finalizando as atividades do USCS Day. O evento, que recebe interessados em ingressar no ensino superior, além de membros da comunidade, será composto de diversas atividades, como orientação profissional, apresentação dos cursos oferecidos, oficinas e workshops. Interessados que participarem de atividades do USCS Day terão direito a ingressos para o show.
Foto: Divulgação
 Sobre o USCS Day

O USCS Day, que chega à sua segunda edição neste sábado (20), das 11h às 17h, tem o intuito de abrir as portas da Universidade para apresentar seus cursos e infraestrutura, com diversas atividades e serviços para aqueles que buscam escolher sua profissão ou conhecer melhor a área que pretendem seguir. A entrada e as atividades são gratuitas e abertas à comunidade. Interessados já podem realizar sua inscrição em: http://www.uscs.edu.br/hotsite/uscsday.

No evento, o público terá a oportunidade de conhecer melhor a universidade e as características dos mais de 40 cursos de graduação oferecidos, conversando com gestores e professores, participando de palestras, oficinas e outras atividades relacionadas à vida acadêmica e profissões. Além disso, será realizado um hackaton, maratona na qual grupos competem entre si, buscando encontrar soluções criativas para um desafio específico.

O espaço contará ainda com serviços à comunidade, arena geek, festival cosplay, espaço gamers, atividades culturais, oficinas (grafitti, street art, youtuber, maracatu, cestaria, circo etc) e espaço gourmet (feira gourmet e vegana). No dia, a Plug Rádio USCS, rádio universitária da instituição, realizará a cobertura e transmissão de todo o evento.

O USCS Day ocorre no Campus Barcelona (Avenida Goiás, 3400, Barcelona, São Caetano do Sul), das 11h às 17h. Mais informações e inscrições em www.uscs.edu.br/uscsday.