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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Paulo Serra e vereador Vavá reúnem-se com moradores de Utinga

Da Redação

O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), participou de reunião com moradores do 2º Subdistrito da cidade acompanhado de assessores e do vereador Vavá da Churrascaria (SOL) na quinta-feira (24), ocasião na qual apresentou as principais ações de sua administração e intervenções futuras. O encontro reuniu moradores e empresários da região na rua Lituânia, na Vila Curuça (Utinga).
Paulo Serra e vereador Vavá (sentado, camisa clara) prestam contas | Foto: Divulgação 
“O prefeito atravessou o rio e está atendendo as demandas que tenho levado a Prefeitura. Pretendo continuar colaborando para o desenvolvimento desta região, temos muito espaço para crescer”, esclarece Vavá.

Durante a reunião, Serra ressaltou a importância do encontro. “Esse momento de transparência e prestação de contas, mostramos um novo modelo de gestão, que funciona e transforma a nossa cidade” afirmou aos participantes.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Marcos da Farmácia toma posse como vereador em Santo André

Da Redação

Nesta última terça-feira (19), Marcos Corteza – conhecido como Marcos da Farmácia (PSB) - tomou posse como vereador na Câmara Municipal de Santo André. Ele substituirá Almir Cicote (Avante) que pediu licença do cargo e deve assumir a superintendência do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (SEMASA) nos próximos dias. Marcos da Farmácia se mostrou confiante e agradeceu ao povo andreense pela oportunidade.

Marcos da Farmácia (foto) substituirá Almir Cicote (Avante) que pediu licença do cargo | Foto: divulgação 
"É com muito prazer que retorno a esta casa e espero que o povo andreense se sinta representado com o nosso projeto; agradeço ao povo de Santo André pela confiança e pela oportunidade", destaca o novo parlamentar.

Marcos da Farmácia é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Mogi das Cruzes e é residente de Santo André, desde 1991. Foi vereador pela primeira vez em 2008, onde, na ocasião, foi eleito com 3.841 votos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Vereador Jander Lira reúne 400 apoiadores em prestação de contas

Da Redação

O vereador Professor Jander Lira (PP) organizou evento para prestar contas sobre os dois anos de seu mandato, no último sábado (8), em buffet no bairro São José, em São Caetano do Sul. A prestação de contas reuniu cerca de 400 apoiadores, entre munícipes e lideranças regionais, e apresentou os principais feitos do parlamentar na Câmara de vereadores.

Jander frisou seu protagonismo à frente de demandas importantes para a população e a oposição ao atual governo. Sua atuação pelo fim da taxa do lixo e a defesa pela manutenção do ensino médio gratuito na cidade foram alguns destaques.

Jander cumpre primeiro mandato na Câmara | Foto: Pablo Washington
Além disso, o parlamentar enalteceu a chegada de três novas ambulâncias para a cidade e recursos destinados para o recapeamento de diversas vias. Ambas as vitórias (de R$ 1,5 milhão e R$ 300 mil, respectivamente) foram conquistadas com verbas federais, fruto da articulação política do vereador.

“Conseguimos realizar grandes feitos nesses primeiros dois anos, aprovando projetos e fiscalizando as ações do atual governo, apontando as ações equivocadas e buscando indicar os melhores caminhos. A prestação de contas é um importante momento para esclarecer nosso trabalho na Câmara e também para ouvir novas demandas da população”, comenta o vereador, que é líder da bancada progressista na Casa.

Apoiadores querem Jander na Prefeitura


Foto: Pablo Washington 
No evento, ganhou força o pedido dos apoiadores para que o vereador se candidate à Prefeitura da cidade no próximo pleito, em 2020. O analista de sistemas, Tiago Amaro, é um dos entusiastas da ideia: “Moro em São Caetano há 30 anos, acompanho o trabalho do Jander e acho que ele está preparado para comandar a cidade. A atuação dele no Executivo e agora na Câmara o credencia para isso”, defende.

“Eu fico muito feliz com os pedidos e acho que isso comprova que temos feito um bom trabalho na Câmara”, afirma Jander, para em seguida despistar sobre o assunto. “Mas ainda é muito cedo para tratar disso. Por enquanto, o objetivo é continuar fazendo nosso trabalho bem feito, sendo uma oposição responsável e contribuindo com a cidade”, conclui.

Jander cumpre seu primeiro mandato no Legislativo, para o qual foi eleito com 1.343 votos. Anteriormente, contudo, o professor esteve à frente da Secretária de Cultura, entre 2013 e 2016.




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Vavá ainda não foi convocado para assumir vaga na Câmara

Por Vitor Lima

A Câmara Municipal de Santo André ainda não convocou o suplente Vavá da Churrascaria (Solidariedade) para assumir a vaga de vereador, no lugar no Elian Santana, do mesmo partido, presa desde segunda-feira (26) por suspeita de partipar de uma quadrilha que fraudava a Previdência Social.
Empresário assumirá por 180 dias
a vaga de Elian Santana,
afastada pela Justiça | Foto: Arquivo

Com a prisão de Elian, a Justiça determinou o afastamento da vereadora por 180 dias e a imediata convocação do primeiro suplente, Vavá. A determinação chegou à Casa ontem (28), mas até o fim da tarde de hoje (29) o suplente ainda não foi convocado.

Ao Ponto Final, Vavá esclareceu que não procurou o presidente da Câmara, Almir Cicote (Avante), para tratar do assunto e que segue aguardando os trâmites para assumir sua vaga.

Durante o período de 180 dias, caso Elian seja cassada, o suplente assume a vaga até o fim do mandato.

Em 2016, Vavá obteve 1734 votos (o empresário já havia se candidato ao cargo em 2012, pelo então PMDB, ocasião em que recebeu a confiança de 1404 eleitores). Na Casa, a tendência é que Vavá trabalhe por melhorias no 2º Subdistrito, seu reduto eleitoral.

Na eleição, em entrevista ao Ponto Final, o então candidatou manifestou o desejo de trabalhar, também, para viabilizar a implantação do Parque Tecnológico de Santo André, sua “menina dos olhos”, como o próprio definiu na época.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Sardano tentará Brasília e planeja ações na área da Segurança

Por Vitor Lima

Após ser o segundo mais votado para vereador em Santo André no último pleito (2016), Edson de Jesus Sardano (PTB) tentará alçar voos mais altos nas eleições de outubro: o objetivo é continuar sua trajetória política em Brasília, como deputado federal.

O petebista é natural de Santo André e coronel da reserva da Polícia Militar (PM). A confiança depositada por 6.132 eleitores andreenses e sua trajetória profissional, levaram Sardano a ser escolhido pelo prefeito Paulo Serra (PSDB) para assumir a Secretaria de Segurança da cidade, cargo que ocupou entre janeiro de 2017 e janeiro deste ano.


Coronel da PM é vereador em Santo André e já foi
secretário de Segurança do município
 em duas ocasiões | Foto: Divulgação
O coronel deixou o cargo e voltou para a Câmara de vereadores, justamente, para disputar as eleições de outubro. Sardano já havia sido secretário de Segurança do município entre 2001 e 2003, durante a gestão do petista Celso Daniel.

Entre as principais realizações na última passagem pela Pasta, ele destaca medidas que fortaleceram a atuação da Guarda Civil Municipal, como a aprovação do novo estatuto da categoria. Na avaliação dele, as ações foram um “divisor de águas” na atuação da corporação.

Confira abaixo a entrevista com o postulante à Câmara Federal, no qual o pré-candidato defende um novo modelo de gestão da segurança pública nacional, em formato semelhante ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Ponto Final (PF): Caso eleito, quais serão as principais bandeiras defendidas por seu mandato?
Edson Sardano (ES): As bandeiras mais importantes que irei empunhar são a defesa da vida, entenda-se como a luta contra o aborto, com a ressalva das exceções já prevista em lei, o endurecimento das leis processuais penais, para diminuir os benefícios e recursos que hoje estimulam a impunidade, uma reforma no sistema policial brasileiro com ampla consulta popular e estudos comparados no mundo, focando a necessidade da gestão local. Ou seja, tal qual o Sistema Único de Saúde, que embora tenha verbas da União e do Estado, a gestão é local. Pretendo o mesmo para a Segurança. Necessitamos de uma reforma tributária que devolva mais recursos aos municípios, uma vez que a arrecadação é feita neles e as demandas também são de natureza municipal principalmente.

PF: Na sua opinião, quais as principais demandas do ABC?
ES: Creio que o ABC clama por melhoras na segurança.

PF: Atualmente, o ABC conta com apenas quatro representantes na Assembleia Legislativa e dois no Congresso Nacional. Em outras oportunidades, nossa região já teve números mais expressivos. O baixo número de representantes da região demonstra um descontentamento dos eleitores com os políticos do ABC?
ES: Não. Creio que o descontentamento é com a política em geral, mas aqui temos uma característica especial, pois a proximidade com a capital acaba fazendo com que muitos eleitores apoiem candidatos de fora.

PF: A cidade de Diadema deixou o Consórcio Intermunicipal há alguns meses e outros municípios da região indicam que podem fazer o mesmo. Como o senhor avalia a atuação do Consórcio e o aparente enfraquecimento por qual a instituição passa?
ES: Creio que o consórcio precisa ser "reinventado". É muito caro, produz pouco e, também, carece de transparência.

PF: O senhor esteve à frente da Secretaria de Segurança de Santo André por pouco mais de um ano. Como o senhor avalia sua atuação à frente da Pasta?
ES: Estou muito satisfeito. Consegui aprovar o Estatuto da Guarda Municipal, que era uma demanda de 30 anos, graças, evidentemente, ao apoio do prefeito Paulo Serra e também criei operações de impacto, dando uma ‘virada’ na postura e na gestão da Guarda, que hoje participa ativamente do policiamento na cidade. Foi um verdadeiro divisor de águas.

PF: Pesquisa do Ipea divulgada terça-feira (5) indica que pela primeira vez na história o Brasil atingiu patamar de 30 homicídios por 100 mil habitantes. Diante disso, como o senhor encara o fato de alguns candidatos serem favoráveis a liberação do porte de armas no Brasil?
ES: Isso é muito complicado. Há argumentos para qualquer uma das opções, mas eu entendo que a posse pode ser flexibilizada, em especial na zona rural e locais afastados, mas o porte carece de maior restrição.

PF: Dos atuais nomes colocados na mesa, quais lhe agradam mais para governador e presidente?
ES: Geraldo Alckmin (PSDB) e Márcio França (PSB).

PF: Já está definido qual candidato o senhor apoiará para a Assembleia Legislativa?
ES: Tenho que avaliar conjunturas partidárias, mas tenho uma identidade programática com o Almir Cicote (Avante) em Santo André.



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Eduardo Leite: “Santo André precisa de um plano de desenvolvimento”

Da Redação 

Vereador mais votado do PT de Santo André pela segunda vez consecutiva, Eduardo Leite quer contribuir para a construção de um plano para promover o desenvolvimento da cidade. Em entrevista ao jornal Ponto Final, o parlamentar reeleito em outubro com 5.026 votos, defende a união da sociedade civil e do Poder Público para elaboração de um plano estratégico que trace metas para o desenvolvimento do município.

Reeleito, vereador projeta ações para fomentar o emprego e a geração de renda | Foto: Divulgação
Ponto Final (PF): Ao que você atribui o ótimo resultado que você obteve nas urnas?
Eduardo Leite (EL): Tenho um time muito bom. Estou cercado por pessoas bastante comprometidas com o nosso projeto e que acreditam que podemos fazer a diferença na vida das pessoas. Nesse sentido, fizemos um primeiro mandato bastante produtivo e bem abrangente. Acho que conseguimos dar uma resposta positiva à sociedade. 

PF: Como você avalia a derrota do governo Carlos Grana?
EL: Acredito que a crise política e econômica explica uma parte da derrota, mas outros fatores foram decisivos, como a definição de prioridades de governo sem sintonia com o que a população esperava e o fato do governo não conseguir equilibrar despesas e receita.

PF: Como será a sua atuação na Câmara, agora na oposição?
EL: Vamos continuar trabalhando com muita responsabilidade. Santo André vive um momento difícil do ponto de vista financeiro e não vou embarcar no quanto pior melhor. Nossa oposição será responsável e propositiva. Entendo ser urgente a necessidade de elaborarmos um plano estratégico com vistas a fomentar a geração de emprego e renda.

PF: De que forma o Legislativo pode contribuir com esse tema?
EL: Provocando debates que coloquem esse tema como questão central, reunindo trabalhadores, empresários, unindo sociedade civil e Poder Público. Vamos ouvir especialistas, aprender com experiências já vividas por outros municípios. Santo André precisa aproveitar melhor o seu potencial econômico. Precisamos incentivar e desenvolver ambientes favoráveis para as micros e pequenas empresas, oferecer qualificação profissional para os nossos jovens, desenvolver o turismo, identificar perímetros favoráveis para a criação de polos tecnológicos, criar novas áreas aptas a atrair investimentos. 

PF: Você foi o vereador petista mais votado pela segunda vez consecutiva. Esse resultado te impulsiona para novos desafios?
EL: Não descarto a possibilidade de disputar em 2018, mas isso precisa ser muito bem discutido. Esse assunto ainda não está na pauta. Nesse momento quero descansar um pouco com a minha família para poder pensar com calma nos próximos passos.

PF: Qual o futuro do PT?
EL: Antes de qualquer coisa é preciso reconhecer que existe uma tentativa de criminalizar o PT e as conquistas do período em que esteve no Governo Federal. Existe uma onda conservadora que quer arrancar de maneira não democrática alguns direitos e conquistas da classe trabalhadora e também daqueles que são fragilizados socialmente. No entanto, o PT também precisa reconhecer seus erros e corrigi-los. É inegável que algumas figuras se envolveram com corrupção e nada justifica isso. Sem essa reflexão fica difícil projetar algum futuro.

PF: As eleições partidárias do PT devem acontecer em março. Como será a sua participação?
EL: Quero ter papel ativo, inclusive já estou discutindo com outros grupos. Entendo que para o partido se fortalecer o debate interno precisa se dar em torno de ideias e propostas. Fazer a disputa apenas em torno de nomes não vai resolver nada, não haverá avanços tampouco mudança de atitudes.



sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Ponto Final realiza 22 entrevistas com candidatos de Santo André; reveja para escolher seu voto

Por Vitor Lima

As pesquisas eleitorais apontam que grande parte da população ainda não sabe em que votar nas eleições de domingo (3). Candidatos alegam que as mudanças nas regras eleitorais, que dentre outras modificações diminuí o tempo de campanha, são relevantes para este dado, além do descrédito da classe política. 

Durante os 45 dias de campanha, a equipe do Ponto Final deixou espaço aberto em seus veículos de comunicação (versão impressa e blog) aos candidatos que quisessem expor seus pensamentos aos eleitores. Foram 22 entrevistas com candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores de Santo André, para que os andreenses pudessem conhecer um pouco mais de suas bandeiras e propostas.

Eleições deste domingo elegerão prefeito e vereadores | Foto: Arquivo 
Abaixo, confira os links para todas as entrevistas. Leia e reflita sobre os projetos apresentados e decida, de maneira consciente, o número a ser digitado nas urnas no próximo domingo: 

Candidatos a prefeito: 

Não há como impedir segundo turno em Santo André, afirma Ailton Lima 

“Estamos com a expectativa de concluir 85% do nosso programa de governo”, diz Carlos Grana 

“Aidan de 2016 é bem diferente do de 2008”, diz ex-prefeito 

“Não vamos sair do pé do governador”, afirma Paulo Serra 

Sobrinho do Celso Daniel quer continuar legado familiar em Santo André

"Vamos falar grosso com os empresários de ônibus", garante Ricardo Alvarez

“Santo André precisa resgatar o papel transformador da escola”, afirma Salles

Candidatos a vice-prefeito: 

Ana Gloria: Aidan amadureceu muito

“Quando pararem de roubar vai sobrar dinheiro para administrar”, afirma Dennis Ferrão

Oswana: “é fácil falar de enxugar a máquina pública sem conhecer”

Atrair indústrias deve ser prioridade, defende Primavera

Candidatos a vereador: 

Aylton Affonso defende a ampliação do planejamento participativo

Defensora dos animais concorre a uma vaga na Câmara

Bisneto do senador Flaquer disputa vaga no Legislativo andreense

Candidato a vereador Dr. Brunello planeja ações na Saúde pública

Educação, Cultura e Esporte são prioridades para o candidato Douglas Leite

Marcelo Chehade busca reeleição em Santo André

Defesa do SUS é uma das bandeiras da candidata Malu Malatesta

“Minha bandeira da campanha é o trabalho”, afirma Vavá da churrascaria

Advogada andreense tenta uma vaga na Câmara

Criado em berço político, Bezerra almeja uma vaga na Câmara andreense

“Vou abrir mão de todo tipo de regalia que onere os cofres municipais”, afirma Márcio Colombo



terça-feira, 30 de agosto de 2016

Criado em berço político, Bezerra almeja uma vaga na Câmara andreense

Por Vitor Lima

Willians Bezerra tem 32 anos, é casado, pai de três filhos e filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Como ele mesmo diz, o envolvimento com a política “vem de berço”: ele carrega na bagagem o convívio com Cícero Bezerra da Silva, seu pai, que durante muitos anos atuou no movimento sindical – ele chegou a ser presidente do Sindicato dos Rodoviários do ABC.

Neste ano, pela primeira vez Bezerra tenta uma vaga no legislativo andreense, onde pretende defender o esporte, a descentralização da cultura, melhorias no saneamento e na urbanização, além da ampliação da participação popular. Abaixo, confira a entrevista completa que o postulante à Câmara concedeu à nossa reportagem:

Entre os assuntos abordados na entrevista estão as principais bandeiras da candidatura, a importância do pai na sua formação, dependência química e a gestão de Carlos Grana | Foto: Divulgação

Ponto Final: O que te motivou a sair candidato a vereador? 
Willians Bezerra: O cenário eleitoral, as complicações todas que a gente vem vendo na televisão, os acontecimentos, me levaram a refletir: neste momento a gente precisava ter uma eleição mais pé no chão. Que a gente fosse pra rua, discutir os problemas da cidade, enfrentar as dificuldades de frente, para que a gente pudesse buscar soluções melhores para os problemas que a gente tem. Então eu imaginei que a melhor forma que eu tinha de fazer isso era me afastar da função que eu estava na Prefeitura e me colocar a disposição de um projeto político, de uma candidatura a vereador. Tenho o tempo a meu favor, 32 anos de idade, tenho uma bagagem que desde 2002 pra cá venho trabalhando diretamente com política pública, então me sinto preparado para ocupar esse cargo e decidi ir em busca dele.

PF: Durante o período que você ocupou o cargo de secretário-adjunto na Prefeitura você teve contato intenso com lideranças comunitárias. Quais eram as principais demandas apontadas por elas?
WB: Eu acredito que o legislativo cumpre um papel importante na sociedade. Mas, infelizmente, em alguns momentos o legislativo acaba afastando a população e eu acredito que a participação popular é uma ferramenta importante nas questões democráticas e participativas que a gente tem que juntar e escutar mais as pessoas na rua. Uma coisa é você ouvir uma demanda como secretário adjunto de governo da Prefeitura de Santo André outra coisa é você ir até a casa das pessoas, você ir até a comunidade, entender os problemas para buscar a melhor condição. Nada melhor do que você entender o problema para poder buscar a solução. E o objetivo da candidatura é um pouco isso. É diferente da condição que eu estava, eu atendia demandas de dentro da Prefeitura, de quem me procurava, que surgiam naquele momento. E agora, na batalha da candidatura e no mandato de vereador eu pretendo estar mais diretamente ligado ao povo buscando informações para poder buscar soluções para os problemas. Participação popular é uma bandeira importantíssima e a gente tem batalhado muito. Hoje são votados projeto de grande relevância de terça e quinta-feira na Câmara Municipal e pequena parcela da população fica sabendo disso. A população tem que entender o que está sendo votado na Câmara Municipal, a população tem que estar mais perto das decisões dos vereadores. Acho que a população tem que ocupar este espaço que é dela e a gente tem que achar formas e mecanismos para que eles acompanhem mais de perto a política. 

PF: E quais seriam esses mecanismos? 
WB: Além da Tecnologia da Informação que nós temos hoje a nosso favor, a gente tem que melhorar a forma que a Câmara Municipal se comunica com a população. Acho que a gente tem que buscar o diálogo na rua, não tem outra forma. As pessoas esqueceram um pouco isso, os vereadores ficam nos seus gabinetes e esquecem um pouco de ir à campo entender o que está acontecendo na cidade. Então a gente tem que tirar os vereadores de dentro da Câmara e fazer eles irem até os problemas para buscar a solução. 

PF: Quais serão as principais bandeiras defendidas pelo senhor em um possível mandato?
WB: A participação é uma delas, acho que ela é transversal, ela passa por vária outras linhas. A gente trata a questão do esporte com uma bandeira importantíssima. A gente tem movimentações de mais de 15 mil pessoas no futebol amador da cidade nos finais de semana, e a gente precisa toda essa força de vontade em política pública. Então através de um mandato a gente tem que impulsionar, promover um diálogo com o esporte na cidade, criando canais de comunicação mais direto com a população. Acredito muito na cultura como forma de inclusão. A descentralização da cultura, tirar um pouco a cultura do centro, a gente pode promover através de um mandato esse diálogo com movimentos de cultura da cidade. A busca incansável por mais saneamento e mais urbanização, eu acho que é uma bandeira que a gente tem que defender também. E a questão do comércio local. Então são alguns eixos. Eu teria vários para te dizer, mas acho que participação, a questão do esporte e da educação também. Apoiar o prefeito Carlos Grana na sua reeleição para que ele possa dar continuidade e construir mais creches, que já foram construídas nesta gestão, para diminuir o déficit de vagas. A gente encontra muito essas reclamações pela comunidade, então a gente tem que buscar essa questão também. E esse lance do candidato da cidade. A gente tem tirar essa ideia de candidato do bairro. A gente tem que ter um candidato que compreenda a cidade, que entenda a cidade como um todo e que dialogue políticas para a cidade. A gente escuta muito esse negócio de candidato do bairro. 'Candidato do bairro', 'candidato daquele coletivo' ou 'daquele grupo'. A gente tem que batalhar por um candidato da cidade, que tenha compreensão total do município para poder legislar da melhor forma. 

PF: Qual a importância da atuação sindical do seu pai na sua formação? 
WB: Meu pai foi dirigente sindical, iniciou na década de 70. Foi dirigente da CUT, dirigente do Sindicato os Rodoviários do ABC, foi presidente do sindicato até 1996. (O Contato com política) Vem de berço. A luta pela conquista de direitos pelos trabalhadores me impulsionou na política, me deu uma visão de justiça social que eu carrego desde a minha infância, então foi de berço mesmo. Fui estudar, porque obviamente eu tinha que me cuidar, terminar meus estudos e fui pra área de Tecnologia da Informação, eu sou programador de computador, minha área é a Tecnologia da Informação. A infância, com a questão da justiça social e de direitos no sindicato foi a minha formação ideológica de fato, foi ali que se deu.

"A população tem que estar mais perto das decisões dos vereadores", afirma | Foto: Divulgação
PF: Tenho a informação de que o senhor, anos atrás, sofreu com dependência química. Essa informação procede? Se sim, gostaria de saber se você pensa em formular algum projeto sobre o assunto.
WB: Acho que uma grande maioria passa por essa situação. Do abuso disso ou daquilo. Acho que é uma coisa que acontece, aconteceu comigo, realmente eu passei na minha pré-adolescência, adolescência, essa questão da dependência química. Estou tranquilo, já faz anos que isso aconteceu e hoje tenho uma experiência positiva neste sentido, de fortalecimento de vínculos com as famílias. A questão do esporte tem muito a ver com isso. Eu traço um caminho para tirar a molecada da vulnerabilidade, talvez por esse momento que eu passei na minha vida. Então, hoje dou apoio às entidades, procuro estar perto das entidades assistenciais que tenham esses cuidados com as famílias do dependente, também tem um trabalho aí que eu venho desenvolvendo. Então é uma bandeira que a gente defende também, com certeza. 

PF: O senhor participou da campanha do Grana e participou da gestão do Grana. Gostaria de saber como o senhor avalia a gestão do prefeito nesses quase quatro anos de mandato. 
WB: Positiva, muito positiva. Eu trabalho com o Grana desde 2009, ele ainda era presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos quando ele decidiu ser candidato a deputado em 2010. Então a nossa relação política vem de lá. Então aprendi a respeitar o Grana, ele é um grande articulador que desempenhou muito bem nos papéis, foi deputado estadual com uma votação expressiva, 127 mil votos, se tornou em 2012 nosso candidato a prefeito. Acho que foi uma batalha importante. Mal o conheciam na cidade, tinha 3% da intenção dos votos em 2011, em dezembro, e ganhamos no primeiro e reafirmamos nossa candidatura no segundo turno na eleição de 2012. A gente teve um papel importante, eu me sinto muito parte deste projeto e acho que a gente avançou bastante. O Grana foi um prefeito que fez muito com pouco. A cidade que a gente pegou, com os déficits orçamentários que enfrenta, e enfrentava já no começo da nossa gestão, o Grana vem tentando equilibrar, tentando corrigir falhas da gestão passada que infelizmente deixou a gente numa situação muito desconfortável. E essa crise toda, trazendo muitas dificuldades. A cada dez prefeituras, hoje, nove estão passando por crise financeira. Mas, (a gestão do Grana) eu avalio como positiva, existem várias coisas e vários caminhos que a gente avançou graças a boa articulação do Grana, o bom trato dele, então acho que Grana está de parabéns. 

PF: O senhor acha que o cenário político nacional influenciará nas eleições municipais? 
WB: Eu acho que todo esse cenário nacional acaba influenciando muito mais por pressão da mídia. As pessoas estão sentindo que a questão da movimentação lá em Brasília, e obviamente, muitas coisas ficam incertas, a insegurança acaba predominando nas pessoas. Mas está chegando próximo da eleição e as pessoas estão entendendo que é uma eleição municipal e que essa eleição tem a ver com a vida delas, tem a ver com a vida do bairro, tem a ver com a escola em que o filho estuda, tem a ver com sua relação no bairro. Então eu entendo que essa eleição, até alguns meses atrás, poderia ter formação diferente, mas agora as pessoas conscientizaram que elas têm que eleger o prefeito que vai cuidar, o vereador que vai estar próximo, que vai ser o articulador. Então as pessoas estão municipalizando a eleição como de fato eu acho que tem que ser. A gente vai pensar o cenário nacional em 2018, nas próximas eleições, porque agora nada que a gente disser vai resolver. É lá que está sendo votado, é lá que está tramitando esse processo, se vai ser aprovado ou não eu não sei, não tenho acompanhado com muita proximidade, até porque estou envolvido de fato aqui na eleição. Mas o que estou sentindo na rua é isso: caiu na cabeça das pessoas que a eleição é municipal, dia 2 de outubro elas vão eleger prefeito, eleger o vereador que vai cuidar e vai estar perto do bairro delas e da cidade delas, envolvido com as questões da cidade. Então eu fico feliz com a conscientização das pessoas. A Tecnologia da Informação vem 'pesado', as pessoas pesquisam, as pessoas estão questionadoras e eu acho que isso é bacana. Têm vereadores que estão há tanto tempo aí e não sabem mais o que andar nas ruas para colher a impressão dos moradores e eles vão se prejudicar, porque o povo está esperto, o povo está pesquisando e perguntando mesmo. 

PF: Considerações finais. 
WB: Eu acho que o legislativo andreense precisa de renovação. Um dos propósitos da nossa candidatura é exatamente juventude com a experiência. Então eu queria reforçar que essa renovação precisa acontecer. O cenário eleitoral, essa confusão toda que está acontecendo, ela proporciona essa possibilidade: as pessoas estudarem seus candidatos, entenderem a relação deles com a cidade e buscar a renovação de fato. 

Espaço aberto a todos os candidatos aos cargos eletivos de 2016. Interessados em apresentar suas ideias e propostas aos leitores do Ponto Final escrevam para redacao@pfinal.com.br. 



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Aylton Affonso defende a ampliação do planejamento participativo

Por Vitor Lima

Arquiteto urbanista formado em 1987 na Universidade Católica de Santos, mestrado em Planejamento e Gestão de Território concluído em 2013 na Universidade Federal do ABC. Casado, pai de uma filha e funcionário público da Prefeitura de Santo André há 27 anos. Esta é uma breve apresentação de Aylton Affonso, 52 anos, que pela segunda vez tentará ocupar um cargo na Câmara de Vereadores andreense pelo Partido dos Trabalhadores (PT) - no primeiro pleito, quatro anos atrás, o arquiteto recebeu o voto de 733 eleitores.

Se eleito, Aylton pretende levar à Câmara discussões sobre políticas públicas de “alto nível”, o que dificilmente ocorre, segundo o próprio. Ele defende o aumento da participação popular nas decisões sobre o rumo da cidade, almeja baratear o custo da terra para que a população de menor renda tenha acesso à habitação e demonstra grande preocupação com os rumos do País, caso o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff seja consumado. Confira, a seguir, a entrevista exclusiva de Aylton Affonso ao Ponto Final e suas considerações sobre esses e outros temas.

Ponto Final (PF): O que te motivou a ser candidato a vereador?    
Aylton Affonso (AA): Eu tenho uma vida de militância política. O que me motiva a ser vereador é defender o que eu penso, defender as minhas ideias para a cidade, defender meu ideário de sociedade. Eu acho que isso você pode fazer sem um mandato de vereador, é fato, mas como vereador, isso amplia. Você tem a oportunidade de discutir as políticas em outro patamar do que na militância fora de uma Câmara.

O fato de eu querer ser candidato tem a ver com uma história minha de militância anterior, de poder defender uma cidade mais justa, mais democrática, de defender a ampliação da participação popular. Ou seja, fazer da Câmara um espaço de discussão de políticas publicas de alto nível, como dificilmente tem acontecido. No geral, o legislativo no Brasil tem se apequenado muito. Tem feito a pequena política e não a grande política. Então essas coisas me motivam a disputar uma vaga na Câmara. 

Foto: Divulgação
PF: O que o senhor define como “pequena política”?   
AA: Pequena política é aquela coisa de troca de favor, de coisa pequena, de toma lá da cá, de você virar um simples encaminhador de pedidos de coisas que o próprio governo tinha que fazer. O vereador tem que discutir a política pública da cidade, não tem que discutir simplesmente o serviço que a Prefeitura deveria fazer independente da Câmara. Não que a pequena política esteja ausente. Você muitas vezes vai ter que fazer esse tipo de trabalho. Mas a grande política em nível municipal é discutir as estratégias de desenvolvimento, discutir a política urbana, discutir o crescimento da cidade, as grandes linhas estratégicas... Eu acho que falta isso, hoje, na Câmara de Vereadores.

PF: Atualmente, qual o maior desafio para a cidade de Santo André?
AA: O maior desafio que temos no atual momento é garantir o financiamento da cidade em patamares suficientes para manter e aprimorar as políticas públicas necessárias à população. Digo isso porque vivemos um momento muito grave do ponto de vista dos recursos municipais, por causa tanto da diminuição da arrecadação, decorrente da crise econômica, mas principalmente por causa da perspectiva, que diria trágica, de termos cortes violentos nos repasses de recursos federais em várias áreas, por conta da política de desmonte das políticas públicas por parte do Governo Temer. Vemos isso, por exemplo, em áreas essenciais como a Saúde e a Educação, pois com a desvinculação de recursos pela PEC 241, podemos perder vultosos recursos que sustentam programas como o Mais Médicos, o SAMU, a ampliação das creches e outros. Ou na Habitação, com cortes no Minha Casa, Minha Vida na faixa de mais baixa renda, que é a principal fonte de recursos para a construção de habitações de interesse social na cidade, se confirmados, praticamente inviabilizarão diversos projetos. Em paralelo à luta que devemos travar contra essa PEC, assim como contra a PEC 257 - que vincula a renegociação de dívidas dos municípios com a União à obrigação, pelos governos municipais, em congelar salários dos servidores, cortar benefícios, proibir novos concursos públicos, impedindo de fato que a cidade possa ampliar o alcance de suas políticas - devemos também pensar formas de ampliar as receitas municipais, numa perspectiva socialmente justa e redistributiva. Os muito ricos devem contribuir mais que os mais pobres.

PF: Sua candidatura defende uma bandeira específica, alguma área em especial?
AA: Vereador não pode simplesmente se ater uma área específica. Uma vez que você assume o papel de vereador você vai ter que se capacitar minimamente para discutir tudo o que vier, em todas as áreas. Você não pode simplesmente dizer ‘ah, isso não é minha área, não vou discutir’, ou simplesmente ‘sigo o governo’ ou ‘sigo a oposição e meu voto está fechado’. Não, você tem que se capacitar para todas. Eu diria o seguinte: eu defendo que na cidade de Santo André a gente amplie os espaços de participação popular, de capacitação popular, para influir nos números da cidade.

A proposta minha de planejamento participativo de bairros se insere nisso. Eu entendo que é uma forma de radicalizar a democracia na cidade essa proposta de planejamento participativo, de tal forma que os cidadãos possam discutir junto com a Prefeitura os projetos específicos do seu bairro, da sua região, fazer o diagnóstico conjunto. Acho que essa proposta que articula, inclusive, as várias políticas que vão incidir sobre o bairro. Essa é uma das questões. Do ponto de vista da minha área especifica de atuação como arquiteto, como urbanista, como planejador urbano, eu defendo que a cidade de Santo André aplique efetivamente os instrumentos do estatuto da cidade, que construa uma cidade mais harmônica, menos desigual. Que a gente consiga baratear o acesso a terra para a população de menor renda para a sua habitação, que a gente privilegie o espaço público em detrimento do crescimento apenas do espaço privado. Eu acho que essas seriam as grandes questões sim que eu defenderia em meu mandato.

PF: A conjuntura política pode influenciar nas eleições municipais?
AA: O quadro nacional vai influencia bastante. Existe um quadro de descrédito na política que em boa medida ele foi insuflado pelos meios de comunicação que montaram na cabeça da população que política é uma coisa suja, que política é corrupção, etc e tal. Ao mesmo tempo em que isso tá acontecendo, tem o outro lado da história que é a emergência de vários movimentos de mobilização política também – como foi o movimento dos estudantes que ocuparam as escolas estaduais – que justamente apontam o sentido contrário: apontam o processo de politização da juventude que nós temos que apostar nisso como uma possibilidade de resgatar a política do ponto de vista dos interesses coletivos e não do modo como é montado esse ideário pelos meios de comunicação e os setores das elites brasileiras. As elites têm o interesse de tirar o povo trabalhador da política, de mostrar a política como algo sujo, algo corrupto, algo indigno. E acho que nós temos que desmontar essa ideia e mostrar que política não é somente eleição, que política é luta do povo. Tomando como exemplo a mobilização dos estudantes que ocuparam as escolas estaduais e conseguiram fazer o governador reverter uma posição tomada, conseguiram defender a continuidade das escolas que iam ser fechadas. Isso é política. Muito além de simplesmente eleições.

Eu diria o seguinte: essas eleições vão ocorrer em um quadro muito complicado para o País. A gente está correndo um sério risco de comprometer e de limitar a capacidade de atuação do Estado brasileiro. A política do governo interino e golpista do Michel Temer é de desmontar a esfera pública, é de desmontar o Estado. É forçar a retomada das privatizações, das terceirizações e isso pode afetar seriamente os municípios, inclusive Santo André. Pelo corte de recursos, pela limitação do repasse dos recursos federais nas diversas áreas. Então acho que nesta eleição nós temos que ter um olho nas discussões dos problemas da cidade e um olho para a disputa política nacional, para que se evite que esse golpe de consuma. Porque se ele se concluir com a saída da Dilma nós vamos ter um prejuízo sério para toda a administração pública do Brasil, inclusive em Santo André. Então nós temos que combinar as das coisas no processo eleitoral: a luta contra golpe e a luta aqui em Santo André para que a gente continue o projeto democrático popular encaminhado pelo prefeito Carlos Grana.

PF: Como o senhor avalia a gestão do prefeito Carlos Grana?
AA: Acho que ele conseguiu fazer numa conjuntura política complicada, uma conjuntura política econômica complicada, nós conseguimos tirar leite de pedra. A gente fez muita coisa, a gente procurou investir nas áreas mais fundamentais, nas áreas mais sentidas pela população, na Saúde, da Educação, na questão, por exemplo, do abastecimento de água que nós estamos construindo uma estação de tratamento própria, fazendo frente à crise hídrica e a falta de investimento do governo estadual. E acho importante dizer o seguinte: nós estamos indo na contramão daquilo que hoje está se construindo no estado de São Paulo com o governo Alckmin e no Brasil com o governo Temer. Enquanto esse pessoal procura fechar escola nós estamos ampliando e criando novas escolas, enquanto esse pessoal diminui investimento na Saúde nós estamos ampliando o investimento na saúde... Então, eu vejo que numa situação econômica difícil que o País viveu nesses anos o governo Carlos Grana se saiu muito bem.

Obs.: Espaço aberto a todos os candidatos aos cargos eletivos de 2016. Interessados em apresentar suas ideias e propostas aos leitores do Ponto Final escrevam para redacao@pfinal.com.br.